#a vida aos 30

#Ler prejudica gravemente a ignorância

segunda-feira, dezembro 29, 2014


Até ao final do ano é pouco provável que vos consiga escrever coisas novas... mas isso não significa que não me possam ler! Deixo-vos um resumo daquilo que vos fui oferecendo mês após mês e que descreve (mais ou menos) o meu dia a dia. 

Escrevi-vos sobretudo sobre [Das] epopeias interiores e sobre mau-estar profissional, [Confortavelmente Desconfortável], mas prometo nunca mais [Esquecer (e calar) para viver feliz]... não compensa, garanto-vos! Nem todos os #conselhosderh que nos dão nos deixam mais felizes. Existiram algumas tentativas de (re)encontro pelo meio [O meu amor confesso pelo Porto], inspiradas em #discurso(s)directo(s) como este: [Turning Point] e em pessoas como estas: [Amiga]. Falei-vos muito d' #avidaaos30, das [10 coisas para fazer antes dos 30s] e das [10 coisas que não devem perguntar a alguém com 30]. Descrevi-vos a pressão que se sente na pele quando se atinge essa idade, [E tu, quantos filhos queres ter?] e as perguntas que se repetem ao longo de várias entrevistas de trabalho, [Perguntas sem Futuro] de quem quer muito mudar de rumo. 

Nunca deixei de vos contar #estoriasdebalcão... sobre elogios que tardaram, [Mulher elogia Mulher]; sobre o amor na sua versão mais pura, [O amor é assim porque é assim que tem de ser] ou na sua versão mais cómica, [O amor é um lugar estranho [não raras vezes]]. Falei-vos sobre anos dentro deste ano [Home alone [o 1º aniversário]e sobre [Gente Feliz com Lágrimas] que vem d'[O arquipélago que faz parar o coração]. Curei os males #foradecasa, numa viagem muito desejada à Côte d'Azur [Nice, Cannes, Mónaco, Saint-Tropez], e sem receios, mostrei-vos a minha [Dor de barriga]. Isto tudo fez de mim, [A contadora de estórias [em entrevista ao DI]]. 

Marcamos encontro em 2015. Comprometo-me [continuar] a contar estórias. Desejo-vos umas boas entradas, mas acima de tudo, grandes saídas. Foi um ano e pêras. minha gente! Obrigada a todos os que me aturaram, na alegria e na(s) tristeza(s), na saúde e na(s) doença(s), na riqueza e na pobreza, no melhor e no pior de mim... Estamos juntos.

[photo credits: ccstylebook]

#fernando pessoa

#2014 frame a frame

domingo, dezembro 28, 2014

A travessia

A casa

A viagem

A liberdade

A vida

As especiarias

O porto

A alegria

O mistério

A(s) estória(s)

A gente que chega e a gente que vai

O perfume

A calmia

E a esperança

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
[photo credits: ccstylebook]

#2015

#2015: o ano das respostas

sábado, dezembro 27, 2014


Andava eu a "navegar" no Pinterest quando encontrei esta frase (maravilhosa) da Zora Neale Hurston... Não sou uma pessoa supersticiosa, [toda a gente sabe que não se passa por debaixo de escadas porque nos pode cair alguma coisa em cima, né?], nem acredito muito nas previsões do zodíaco, [embora fique excitada quando a coisa promete ser, no mínimo, auspiciosa], mas confesso que tenho uma mania perversa: não gosto nada de anos ímpares

Na minha família, [o núcleo central], toda a gente nasceu em dias ímpares, excepto eu. O meu pai, a minha mãe e a minha irmã celebram os seus respectivos aniversários em dias ímpares, aliás, a minha irmã não só celebra o aniversário num dia ímpar, como também de vez em quando lhe toca comemorá-lo numa sexta-feira 13. Ela nasceu numa sexta-feira 13, exactamente um dia antes do dia dos namorados [quando a vida amorosa lhe corre mal, costumamos atribuir o fracasso das relações a um "problema de nascença", no sentido mais literal da coisa...Está-lhe no sangue]. Perdoa-me irmãzinha, mas brincar com a prata da casa é um recurso estilístico fácil e oportuno [eu compreendo se não me trouxeres nenhuma prenda dos states, mas mesmo assim, gosto muito de ti!].

Nunca fui muito ligada às matemáticas, mas por causa de ter nascido num dia composto por dois números redondos, ambos pares, cuja soma dos dois dá igualmente um resultado par sempre me pareceu coisa do destino... uma espécie de protecção, como se a magia das coisas conjuntas estivesse sempre comigo. Agora não fiquem a pensar que a minha vida amorosa é muito melhor do que a da minha irmã... Ela nasceu numa sexta-feira 13, mas eu nasci, ["astrologicamente" falando] com um par de cornos! Nem sei o que é que é melhor... 

Bom, adiante. 2014 foi de facto um ano de interrogações. Não foi um ano fácil nem foi um ano que me deixe saudades, embora, muito sinceramente, tenha sido um ano necessário. A verdade é que nunca iremos evoluir se nunca nos interrogarmos, não concordam?  Embora eu aprecie números pares, tal como vos disse no inicio, não tenho nenhuma razão para preferi-los aos ímpares, e de uma coisa estou segura: 2015 será um ano de respostas [até que a voz me doa, como cantava a outra].

2013 was pratice, 2014 was the warm up, 2015 is game time
[photo credits: via]

#a vida aos 30

#Do they know it's Christmas?

terça-feira, dezembro 23, 2014


O Natal na minha casa nunca foi uma festa esfuziante. Os meus pais não apreciam muito as comemorações tradicionais desta época, cada um por razões próprias. Nunca nos empenhámos muito com as habituais decorações da casa nem nunca nos esforçámos por estarmos rodeados de gente. Sempre que me recordo de uma ceia de Natal, recordo-me de jantares intimistas, quase iguais aos do dia a dia. Ao longo do tempo fomos assistindo ao aparecimento de mais lugares vazios na mesa e ao desaparecimento de personagens fundamentais... restando apenas alguns sobreviventes para contar a(s) estória(s). 

É claro que há um lugar para mim e custa-me muito deixá-lo vazio. Este Natal será o segundo que passo fora de casa e é claro que me dilacera, afinal de contas, gente feliz com lágrimas, não é gente totalmente feliz se não estiver perto de casa. Da primeira vez que passei o Natal em Lisboa jurei a mim própria que não voltaria a passar pelo mesmo, mas 2014 quis de facto ser mais obstinado do que eu [mas atenção: eu vergo, mas não quebro, continuem a testar as minhas forças]. 

Uma das coisas que os 30 trazem é um novo significado aos nomes próprios e família torna-se um dos substantivos com mais peso nas nossas vidas... é por isso que me custa idealizar o Natal sem a minha por perto. Ainda que sejamos apenas sobreviventes, sobrevivemos melhor quando estamos uns perto dos outros. Estou segura de que este Natal não será recordado com muita alegria, mas tenho a certeza que daqui em diante serei [muito] mais forte porque aquilo que não nos mata... engrandece-nos. 

Então, estejam onde estiverem, espero que este Natal seja realmente o Natal com o qual vocês sempre sonharam, e não faz mal que o Natal com o qual vocês sempre sonharam seja um Natal a 4, pequeno, solitário, mas convicto. Tenho a certeza de que é a convicção que nos ensina a sobreviver e quem a tem não morre na praia. Divirtam-se. Amem-se. Perdoem-se. E reclamem sempre por aquilo que merecem. Sejam genuínos. Autênticos. E acima de tudo, destemidos. A todos vocês que seguem o CC, uns mais do que outros, Feliz Natal. À vossa medida, na medida do que vocês quiserem.

 Merry Christmas! Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: ccstylebook]

#quiosque de fim de semana

#Dias maiores

domingo, dezembro 21, 2014


Hoje começa oficialmente o Inverno! [que coisa triste, hein!] O solstício de inverno é um fenómeno astronómico que acontece todos os anos nos dias 21 ou 22 de Dezembro, data que assinala o início do inverno no hemisfério norte e do verão no hemisfério sul [há alguém mais abaixo da linha do equador que não está nada mal]. É por essa razão que o dia de hoje vos vai parecer um bocadinho mais curto e a noite ligeiramente maior...

Mas nem tudo são más notícias... a partir daqui a duração do dia começa a crescer [hip hip hurra! hip hip hurra!]. Nas culturas ancestrais o solstício de inverno simbolizava justamente o início da vitória da luz sobre a escuridão [ah, como isso me inspira!]. E por estas bandas, como andamos a atravessar um clima bastante revolucionário, espero, muito sinceramente, que o Sol Invictus tenha vindo para ficar. Chegou a hora da rebelião contra as trevas! [às vezes, dá-me para isto... vi demasiados filmes em criança].

Bom Domingo! Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: ccstylebook]

#avaliação de colaboradores

#Avaliações do fim do ano (pr'a quê)?

sábado, dezembro 20, 2014


Eu sou bastante apologista das avaliações. Aliás, avaliar pessoas é exactamente um dos meus hobbies preferidos [também tenho algum talento a avaliar mamas, confesso]. A-va-li-a-ção é um substantitvo feminino que significa: 1. acto de avaliar; 2. valor determinado por peritos, apreciação; 3. estima. Infelizmente, é uma pena que a grande maioria das pessoas só consiga associar a-va-li-a-ção ao acto de avaliar.

Eu associo, ou melhor, não associo nada... a palavra certa é alimentar. Eu alimento a ilusão romântica, demodé e pouco prática de que a a-va-li-a-ção de colaboradores tem muito mais haver com apreciação e estima do que com outra coisa qualquer. É por isso que eu me lixo sempre, mas também é por isso que ainda acredito em pessoas... coisa rara [eu sei, tenho umas paranóias esquisitas, tenho].

Numa empresa onde eu trabalhei, maioritariamente constituída por mulheres, e gerida por mulheres, era hábito avaliar-se os colaboradores no final do ano. Nesse momento, os colaboradores com bom aproveitamento recebiam um prémio, em géneros ou em valor, conforme preferissem. Uma forma que me parece justa de reconhecer o seu contributo para o êxito de um projecto comum. Tive um azar do caraças, só vos digo... O meu contrato terminou justamente em Novembro... bye bye prenda de Natal da patroazinha.

Eu lido muito mal com a-va-li-a-ções [ah, se eu lidasse bem é que era de admirar]. Eu lido mal com a-va-li-a-ções porque me prezo muito a defender a qualidade do meu trabalho e os valores em que acredito, coisa que nem sempre é bem vista no seio da cultura organizacional onde se está inserido. É por isso que as a-va-li-a-ções em vez de serem momentos de reconhecimento, justos e imparciais, [como eu gostaria que fossem], passam a ser momentos de entretenimento sórdido.

Há três anos que eu sou a-va-li-a-da de 6 em 6 meses. Sou avaliada pela forma como falo. Pela forma como ando. Pela forma como me visto. Pela forma como me maquilho. Pelo tom de voz que uso. Pelo quão próximo estive do robot virtual que os meus patrões criaram na cabeça deles e que tentam ver reproduzido em cada pessoa que contratam. Agora vem a parte divertida: as minhas a-va-li-a-ções também incluem orientações editoriais que servem para ditar que causas eu posso ou não posso apoiar fora do âmbito profissional e que temas devo ou não abordar no meu blog pessoal. 

Ora é uma pena que a a-va-li-a-ção não seja uma coisa recíproca porque eu bem que gostava de a-va-li-ar umas determinadas pessoas. Em todo o caso, como elas gostam de cá vir de vez em quando controlar os conteúdos deste blog, em versão lápis azul moderno 3.0, eu gostava de lhes dizer uma coisa: eu sou um ser humano! eu tenho sentimentos! [e em relação a vocês, os piores!] e eu sou uma cidadã livre! Livre para dizer o que eu penso e livre para escrever sobre o que eu quero. E isso é uma coisa que nenhum de vocês tem o direito de me tirar. Nenhum.

[photo credits: La chinoise 1967]

#estórias de balcão

#Que palavra define o vosso ano?

quinta-feira, dezembro 18, 2014



A conversa começou por acaso, no trabalho [durante o expediente, e principalmente à hora de almoço, partilham-se muitas (in)confidicências, voluntária ou involuntariamente... as #estoriasdebalcão nem sempre estão do lado de fora. a de hoje, é sobre o outro lado. o lado em que as "máscaras" caem]. A M. contava-me, em modo sincero, o quão exacerbada se sentia neste preciso momento e a forma como esse sentimento se tinha feito repetir nos últimos meses da sua vida. Sentia-se cansada, a viver dentro de um mundo que não é aquele que tinha planeado, sufocada por contas que não paravam de chegar, e angustiada pelas horas que corriam e que lhe sugavam o tempo que lhe restava para brincar com a filha. Em jeito de desabafo, concluiu o "bota-fora" com a palavra "sobrevivência" dizendo que era esse o nome próprio que definia o seu ano e aquilo que ela tinha conseguido fazer: sobreviver, a [duras] penas.

Fiquei a pensar nisso que ela me tinha contado, e no fim de alguns dias, apropriei-me da palavra dela [aliás, percebi que a palavra dela era uma óptima palavra para definir o ano de todos aqueles que me rodeiam e que me são mais próximos (incluindo o meu)... sobrevivência soa-me perfeito]. Na altura em que a M. me levou a reflectir sobre isto, eu ainda não tinha coisas suficientes para lhe dizer, mas hoje, acho que já lhe posso dizer umas duas ou três, e a primeira dela é muito simples: sobreviver, ou "manter a cabeça à tona da àgua", não é uma coisa necessariamente má, antes pelo contrário, é uma virtude humana, comum a centenas de mortais que faz de nós gente [mais] forte. 

Podem existir palavras mais vitoriosas, mas "sobrevivência" não faz a estória de ninguém menos heróica. Viver é isso mesmo, um esforço constante, e ainda bem, minha cara M. que isso ainda nos é permitido. Sobreviver pode parecer que dá cabo de nós, mas um dia irás perceber que esses anos de sobrevivência só te fizeram melhor... Na realidade, quem não vive, não sobrevive e é isso que eu queria que tu soubesses. Estás no bom caminho. No caminho onde todos nós estamos. E donde todos nós esperamos sair, mas aonde todos nós voltamos. Enquanto sobreviveres tens a oportunidade, todos os dias, de conseguires coisas que talvez nem desejasses se apenas te limitasses a viver. "Sobrevivência", é a melhor das palavras que tu podias ter escolhido. Orgulha-te. Porque tu, e todos nós, [pelo menos aqueles que eu conheço] o merecemos.

[p.s - depois de me lerem, aqueçam um chá e ponham a tocar esta música. aos sobreviventes.] 
[photo credits: ccstylebook]

#curvy kate

#Star in a Bra 2015

quarta-feira, dezembro 17, 2014



E se vos dissessem que há uma marca de lingerie à procura de mulheres reais para servirem de modelos nas campanhas publicitárias do próximo ano? Batiam palmas, certo?! O Star in a Bra é um concurso para modelos D+... passo a explicar: D+ é uma sigla ou nomenclatura que abrange todos os tamanhos de copa que existem para além do D [sim, existem copas de soutien para além do D! aliás, existe todo um alfabeto de letras que as mulheres, algumas desconhecem, outras tendem a negar... mas isso já são outras conversas, ou melhor, outras estórias]. 

O concurso deste ano é realizado a nível mundial, por isso, as meninas de Portugal, com curvas, e com atitude podem concorrer! Basta inscreverem-se no site e submeterem 5 fotos vossas entre 5 de Janeiro e 15 de Fevereiro de 2015. As fotos submetidas não necessitam de ser fotos profissionais, mas devem ser duas fotos de rosto e três de corpo inteiro, em lingerie. 

Os prémios da vencedora incluem uma sessão fotográfica num destino turístico mediterrânico, destaque principal no catalágo Spring-Summer 2016 da marca, a possibilidade de levar uma amiga junto, £500 para gastar em compras [para ambas!] e um ano inteiro de lingerie grátis! Apetecível, hummm? Para quem conseguir chegar às 10 finalistas, há também uma viagem a Londres, uma sessão fotográfica e um conjunto de lingerie à espera!

O apelo está feito e o serviço público do dia está cumprido. Dispam-se de preconceitos e arrisquem! Pode ser que se torne uma experiência muito divertida e quem sabe, muito reveladora. "We need your curves!" [o mundo precisa de curvas, sinuosas e bonitas como as curvas de um sorriso, não concordam?].


Let's rock it! Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: via]

#conversas de mulheres

#Eau de Parfum ou Eau de Toilette?

terça-feira, dezembro 16, 2014


No Natal todos nós já oferecemos perfumes e todos nós já recebemos perfumes... mas escolhê-los não é uma tarefa nada fácil! Conselho número 1: nunca comprem um perfume baseado no cheiro que ele deixa na pele de outra pessoa [a genética, os hábitos alimentares, o grau de transpiração e o tipo de pele são factores que diferem de pessoa para pessoa e que afectam directamente o aroma de cada produto]. Conselho número 2: para descobrir o resultado real de um perfume, ele deve ser testado na pele, e aguardar que se desenvolvam as 3 fases de difusão da fragrância. Portanto nada de correrias histéricas de última hora para as perfumarias mais próximas de vocês porque isso pode dar mau resultado...

Conselho número 3: certifiquem-se que sabem o que diferencia um Eau de Parfum de um Eau de Toilette e de uma Cologne. Para isso é preciso definirmos primeiro em que é que consiste um perfume. Um perfume, tradicionalmente como o conhecemos, consiste numa mistura de água, solvente, [normalmente álcool], e a essência da fragrância [designada de óleo]. É a quantidade de fragrância em relação à água e ao solvente que define o aroma em 4 categorias principais [existem mais, mas eu não vou complicar tudo de uma vez] .

Parfum [Perfume]: possui entre 15% a 40% de fragrância, isto significa também maior fixação e duração sobre a pele [existem até algumas fragrâncias deste tipo que nem água têm na sua composição, por isso cuidado e contenção na hora de se perfumarem minhas senhoras!]. Este tipo de fragrâncias são normalmente recomendadas para aplicar nos pontos-chave [punhos, cotovelos, pescoço, detrás das orelhas ou entre o peito] onde o corpo é mais quente e permite exalar os aromas. Eu não sou particularmente adepta de aplicar perfume directamente na pele, mas se o fazem, então certifiquem-se de que estão a usar a quantidade de fragrância certa nas zonas correctas. O Parfum é normalmente mais caro do que as outras variações da mesma fragrância.

Eau de Parfum: possui entre 10% a 15% de fragrância o que significa que não é tão forte como o Parfum, mas também pode ser considerado um perfume forte e encorpado [tal como um bom vinho]. Algumas pessoas [como eu] usam este tipo de produtos nas roupas ou no cabelo, embora a quantidade de óleo que contêm possa danificar os tecidos da roupa... É recomendado para climas frios [amenos, vá]. Sugestões: Trésor Eau de Parfum Lâncome [79.60€, 50ml] ou Coco Mademoiselle Eau de Parfum [76€, 50ml].

Eau de Toilette: possui entre 5% a 10% de fragrância. São leves e recomendados para climas tropicais. Por serem menos intensos podem ser usados em maior quantidade e mais vezes durante o dia. É o tipo de produto perfeito para andar sempre dentro da mala! Sugestões: 212 Eau de Toilette Carolina Herrera [44.10€, 30ml] ou Light Blue Eau de Toilette [45.90€, 25ml].

Eau de Cologne: possui entre 2% a 5% de fragrância e são recomendados para climas quentes. Este tipo de produto também é conhecido por Eau Fraiche ou Fresh Water. Podem ser aplicados várias vezes ao dia. Sugestões: Tommy Girl Eau de Cologne [32.40, 30ml]. 

Bom, espero ter ajudado a descodificar o mundo dos aromas... normalmente sou mais eficaz a definir tamanhos de copas, mas não custa este tipo de serviço público na época em que nos encontramos. Com estas indicações pode ser que se torne mais fácil escolher com que intensidade aromática desejam celebrar o Natal.

Boa sorte e boas compras! Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: via]

#calçado

#Até ao fim do ano, ainda há tempo para correr

segunda-feira, dezembro 15, 2014


Eu que tinha feito planos para n-ã-o fazer dieta até ao Natal vi-me forçada a aceitá-la por causa da gastrite que se "instalou" na minha vida... e já que apanhámos a embalagem, não vamos deixar cair por terra esse espírito. Em 2015 regresso ao ginásio, e até lá, hei-de me esforçar por não cometer flagrantes delitos. 

Uma das coisas que me anima muito é poder brincar com a cor [oxalá pudesse fazer isso com a roupa de todos os dias], então para regressar em grande achei por bem pedir ao Pai Natal uns ténis novos, energéticos, vibrantes, capazes de me fazer voar... Andei a seleccionar no site da Spartoo os modelos que me transmitem boas vibrações e fiquei de olho nestas opções para mulher da marca Nike. São todos tão giros, não são? Que modelo escolhiam? Ajudem-me!

Como me disse o meu médico aqui há uns dias, "reorganize-se e comece a cuidar de si", e eu respondi-lhe "em 2015" e ele disse-me uma coisa muito interessante: "até 2015 ainda tem muito tempo". É verdade, até 2015 ainda temos muito tempo. Tempo para mudar, tempo para corrigir, tempo para perdoar, tempo para amar, tempo para ser feliz e para fazer o que nos der na real gana. Façam-no. Já. Não esperem mais, combinado?!

Au revoir! Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: via]

#postais de Natal

#Faltam 12 dias!

domingo, dezembro 14, 2014


Um clássico reinventado [ para animar o vosso Domingo! faltam 12 dias para o Natal!] 

1. Já fizeram a árvore de Natal? Ainda não?! Inspirem-se [e depressa] nestas 15 sugestões DIY. 2. E o vestidinho "vermelho cliché" já está escolhido? Podem vestir tudo, menos isto! Proíbo-vos! 3. E postais de Natal familiares? Vocês enviam-nos? Estas tentativas deixaram-me com dores nos abdominais de tanto rir... 4. Porque é que os vales oferta são um atentado ao espírito natalício? 5. Sabiam que no Japão, a ceia de Natal tradicional é no KFC? Descubram as 35 tradições de Natal mais estranhas que existem... 6. "Christmas, my child, is love in action. Every time we love, every time we give, it's Christmas". 20 frases para vos fazer entrar no espírito [e se possível, mantê-lo o resto do ano... precisamos tanto!]. Bom fim de semana! Divirtam-se!

#bloguer

#O que é que faz de nós escritores?

sexta-feira, dezembro 12, 2014


A produção literária do CC está em standby devido à falta de cafeína no organismo... 
Em todo o caso, "even when there is no hope, even when nothing you do shows any sign of promise, you keep writting anyway". Prometo voltar, como de costume. Bom fim de semana!

#compras

#Sugestões de Natal: t-shirt sinceras!

sexta-feira, dezembro 12, 2014


[agora que estou a fazer uma desintoxicação de cafeína, eu preciso muito de " a whole lot of Jesus"]


[apesar de me terem recomendado, eu preferi manter-me fiel ao vinho... não tenho de fazer malabarismos nem contorcionismos para abrir garrafas]


[100% das discussões que eu tenho acontecem quando eu estou com fome, sono ou frio]


[I'm such a sweetie person!]


[às vezes acontece-me isto, ups...]


[quando me dá a "asiática" costumo falar à terceirense e de uma forma "braba"!]


[mais vale não contabilizá-los, certo?]

Eu já disse que não participava em amigos secretos, mas habilitava-me a ganhar de presente uma coisa destas... Caem-me que nem ginjas! Au revoir!

[photo credits: Thug Life Shirts]

#canecas

#Good Boob Day

quinta-feira, dezembro 11, 2014


Mas, se eu participasse no amigo secreto, este seria o presente ideal.
É o sonho de todas as consultoras de lingerie, "A Good Boob Day!"
[The Coffee Corner, via Etsy]

#a vida aos 30

#Os amigos secretos [próprios do Natal]

quinta-feira, dezembro 11, 2014


Se há "tradição" natalícia que eu não aprecio muito é a moda dos "amigos secretos" intra-empresas... Não me interpretem mal... eu gosto muito de dar prendas, [acho que vos tenho demonstrado isso!], mas quando dou prendas, dou a quem quero, quando quero, mesmo que não seja Natal... afinal de contas, [e da maneira que isto anda] o espírito da dádiva devia permanecer nos nossos corações o ano inteiro!

Quando me sinto pressionada a dar uma prenda alguém que se calhar nem faz parte do meu núcleo de amigos mais próximo tenho a sensação de que estou a ir contranatura [serei eu a única a sentir-me assim?]. É óptimo quando conseguimos estabelecer relações de amizade no nosso local de trabalho, mas faz já alguns anos que me deixei de ilusões... e quanto mais velha fico, menos paciência tenho para me adaptar a personalidades sui generis. Eu gosto de separar as águas, "trabalho é trabalho e conhaque é conhaque", se é que me entendem. O "amigo secreto" só teria piada se realmente fosse secreto, aí sim eu ia gostar de participar! [ah, ia gostar mesmo muito!]


Claro que a democracia empresarial permite expatriados, "só participa quem quer, não é obrigatório", anuncia o chefe, mas se uma pessoa começa a tentar explicar porque é que não quer participar, sente-se engolida pelos olhares alheios, ávidos em receber um "brinde" estilo Kinder Surpresa até 5€ [seria demasiado ousado pensar que para o próximo ano os presépios terão todos uma ovelha negra em minha honra?!].

Em minha defesa, eu só acho que as coisas não se deviam misturar. Quando muito, podia organizar-se um jantar [ao qual normalmente eu também me recuso a ir], e depois de se virar duas ou três garrafas de vinho, aproveitava-se para se pôr em pratos limpos os assuntos do ano que ainda estivessem pendentes... Se as pessoas se esquecem das diferenças entre si por causa de um joguinho de amigos secretos, então com álcool no sangue eram capazes de acabar aos abraços sem se lembrarem disso no(s) dia(s) seguinte(s)... Vêem como o Natal tem a capacidade de (re)unificar as pessoas?! É de facto uma época mágica, disso não tenho dúvidas.


Para terminar a minha teoria da conspiração contra os "amigos secretos" quero ainda acrescentar uma coisinha... não gosto nada que o Natal seja assinalado desta forma consumista. Odeio estes silogismos festivos, indissociáveis dos bens materiais, que representam tudo aquilo em que uma pessoa se transforma no mês de Dezembro: se dás prenda és alguém muito porreiro, com um nível de popularidade médio-alto; se não dás, és alguém intragável, com um nível de popularidade baixo. E o que é que é feito das coisas todas que se dão e não são contabilizadas, pergunto eu? 

[e as que se queriam dar, e de uma forma ou outra não puderam ser dadas? por exemplo, aquela vez em que me apetecia picar o rabo a alguém com um alfinete para ver se trabalhavam um bocadinho mais depressa... ou aquele dia em que me imaginava a fazer o buço a uma colega, aos soluços, só para a torturar um bocadinho por me ter respondido atravessado... delírios, é o que eu vos digo, delírios!].

Polindo um bocadinho a minha imagem, mas não me querendo fazer de santa do pau oco, o que eu gostava de deixar claro é que durante 365 dias do ano, [mais coisa, menos coisa] as pessoas com quem trabalho recebem de mim várias prendas: paciência, mesmo quando se torna um bem tão escasso quanto o petróleo; tolerância, ainda que eu não domine a arte do auto-controlo, e em alguns momentos, raros, admiração. E no conjunto dos dias: esperança. Esperança de que cada um de nós consiga ser melhor. Será que isso não é já o suficiente?

Gostaram do postal? Pinterest // Instagram // Facebook // Twitter
[photo credits: Finch + Hare, via Etsy]

#cc favorite things

Black Friday Giveaway [o vencedor!]

quarta-feira, dezembro 10, 2014


Hoje é dia de dar prendas! Vou vestir-me de mãe Natal [n-ã-o, que ideia horrenda! já me basta andar a vender soutiens e cuecas ao desbarato!] Obrigada a todas as meninas (e meninos!) que participaram [não desanimem porque as edições do #ccfavoritethings voltarão mais cedo do que aquilo que esperam, afinal de contas, estamos no Natal, certo?]. Então, sem mais demoras, a dona do Sexy Scandal Nail Lacquer que eu tinha para oferecer é a Marta Bule (seguidora do Google Rede Social "Marta Ueh"| Link de Partilha Pública). Parabéns Marta! P.s - espero que gostes de vermelho! Enviaremos um email com as respectivas indicações para a entrega do prémio.

#fora de casa

#Os 11 lugares +instagramados de 2014!

quarta-feira, dezembro 10, 2014

Disneyland, Anaheim, California

Dodger Stadium, Los Angeles, California

The Dubai Mall, United Arab Emirates

Madison Square Garden, New York, New York

Times Square, New York, New York

Yankee Stadium, New York, New York

Gorky Park, Moscow, Russia

Siam Paragon Shopping Mall, Bangkok, Thailand

Musée du Louvre, Paris, France

Red Square, Moscow, Russia

Torre de Belém, Lisboa, Portugal

É claro que o 11º lugar foi uma invenção minha... mas merecia, não merecia?
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[photo credits: via]

#alma terceirense

#9 Ilhas

terça-feira, dezembro 09, 2014


Estas estórias todas das companhias low-cost começarem a voar para os Açores já me estão a irritar um bocadinho... E atenção, eu estou muito feliz com a facada que o monopólio TAP-SATA levou [não foram poucas as vezes em que paguei 300€ para poder ir casa! 300€ por duas horas e meia de viagem, um actimel e um papo-seco... é incrível!]. E mesmo que uma pessoa se torne passageiro frequente, como eu já me tornei, há muitos anos, quando se tem milhas acumuladas para um bilhete prémio ainda nos exigem 66€ para poder viajar, e mais 30€ por cada alteração a partir da primeira reserva. Que excelente programa de fidelização [na maioria das vezes compensa mais viajar com os preços das campanhas promocionais de época baixa do que viajar com as milhas acumuladas!]. E não me entendam mal, eu gosto muito, mas mesmo muito de viajar nas companhias nacionais... só acho que deviam rever [e vão ser obrigadas a rever] aquilo que pedem aos passageiros [eu por mim, abdico do actimel e do papo-seco, sem problema!].

A questão, para quem não sabe, ou para quem não é sensível a estes temas, é que existem muitos açorianos que nunca saíram dos Açores e existem muitas famílias "desmembradas" por causa das tarifas que até agora se praticaram. Pais que se vêem negros para poder manter os filhos nas universidades e indivíduos com reformas míseras que se vêem destroçados quando têm de se deslocar a Portugal continental por questões de saúde. Ainda bem que as tão esperadas low-cost podem [e devem] mudar a vida dos açorianos... para melhor, espero eu. Agora eu tenho uma dúvida: será que vão mudar a vida dos açorianos, no geral, ou a vida só de alguns? É que os grandes títulos dos jornais afirmam que as low-cost vão começar a voar para os Açores e que o espaço aéreo foi liberalizado pelo menos para as ilhas da Terceira e São Miguel, mas das 9 ilhas que existem, os voos serão apenas operados, numa primeira fase, para a ilha de São Miguel.

Eu percebo que seja difícil estacionar um avião com alguma proporção na ilha do Corvo, mas então, e os Terceirenses? E o aeroporto das Lajes que serve de ligação ao grupo central? Não existimos ou quê? Os micaelenses devem estar tão sedentos de viajar que não precisam de apenas uma low-cost, precisam de duas... a Ryanair e a EasyJet! [valha-nos Deus nosso senhor que estes governantes, os dos Açores, os de cá e os das companhias low-cost só fazem m#rd@!] E que tal pôr uma companhia com voos para uma ilha e a outra com voos para uma ilha diferente? É assim tão difícil chegarem a esta conclusão? Ou será que são as próprias companhias que preferem ir para São Miguel? Ou será que em vez do monopólio TAP-SATA vamos assistir agora ao da Ryanair-Easyjet? Condições não nos faltam... a pista de aterragem do aeroporto das Lajes é das melhores dos Açores, as instalações foram renovadas recentemente, as equipas de emergência com o apoio da Base Aérea N.4 são das melhores do país, estão lá os americanos, [os poucos que restam], para darem uma mãozinha e mesmo assim não pinga nada para estes lados? Apressem-se lá que eu quero ir a casa mais vezes!!!

E ninguém me tira da ideia que os dirigentes do governo regional tentaram puxar um bocadinho para o lado que lhes convinha, se calhar são como uma cliente que passou há dias lá na loja e disse a uma colega minha: "olhe quando for aos Açores, vá a São Miguel... o resto é paisagem". O problema é que eu estava ao lado e ouvi: "olhe que não, olhe que não", disse eu para abrir a disputa, e volto a dizê-lo aqui. Esta coisa dos Terceirenses e Micaelenses se odiaram é mito, mas tenho pena que os órgãos responsáveis por zelarem pelos interesses dos açorianos continuem a ser tendenciosos [como sempre foram até aqui].

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#compras

#Marsala: a cor de 2015

segunda-feira, dezembro 08, 2014


"A naturally robust and earthy wine red, Marsala enriches our minds, bodies and souls"




"Marsala is a subtly seductive shade, one that draws us in to its embracing warmth"




"This hearty, yet stylish tone is universally appealing and translates easily to fashion, beauty, industrial design, home furnishings and interiors" 

Marsala Color Pairings

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