#bra&company

Vencedor Passatempo Bra&Company

segunda-feira, junho 29, 2015

Foi a loucura! 273 participações! Muito obrigada meninas! E sem mais demoras, a vencedora do passatempo foi a Mariana Leal! P.s - Mariana, serás contactada via email com mais pormenores sobre a entrega do prémio. Prometam que ficam desse lado... as surpresas (ainda) não acabaram!

#açores

Terceira, what else?

sexta-feira, junho 26, 2015

Aiiii sabe tão bem estar em casa, na minha rica ilha... passam-me logo as dores de barriga todas... É incrível como o colinho de uma mãe faz milagres! Cheguei ontem e tive uma noite de sono reparadora... Acordei fresca e fofa, com um sol gigante a entrar-me pela janela dentro. Só se ouvem os passarinhos chilrear e o céu está limpinho, azul, azul, azul! Cheguei ao paraíso. Um paraíso autêntico, despretensioso, e acima de tudo, genuíno.

Há por aí uns senhores, pais, membros da Confap, que pretendem reduzir a duração das férias escolares. Pobres crianças é o que vos digo. Eu nem tenho razões para me queixar... Já passei da idade escolar há muito e filhos também não os tenho, mas curiosamente este ano, dei-me ao belo prazer de usufruir de umas férias grandes. E apesar de estarem no inicio, só o nome 'férias grandes' já me preenche o coração. Não são só as recordações da infância e adolescência que voltam a ser revividas com nostalgia, é acima de tudo o facto de não existirem datas nem contagens decrescentes que me aliviam a alma.

A minha psicóloga recomendou-me que aproveitasse este tempo para fazer um 'retiro experimental'. E se calhar ela tem toda a razão. Nem sempre é só do espírito que nós temos de tratar. Ela quer que eu sinta, que eu sinta com as entranhas e com o coração em detrimento de sentir só com a cabeça. E eu vou fazer por isso. Vou tentar desligar um interruptor p'ra ligar o outro, sem que haja um curto circuito pelo meio.

Prometo continuar a escrever, mas quem quiser acompanhar a viagem pode ir seguindo as minhas fotos pelo Instagram. Não vão faltar hastags como #almaterceirense, #naturezaautentica, #avidanocampo ou #ccdevoltaasorigens. Nos próximos dias também vamos ter novidades no blog, mas isso eu conto depois! Inté.

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#crianças

Robeez: as pantufas mais lindas da praça!

terça-feira, junho 23, 2015


Pois é caras amigas, estas pantufas serão provavelmente aquilo que eu oferecerei aos vossos filhotes. Não são lindas?! Com o número de sobrinhos por afinidade a aumentar, tenho de vos confessar uma coisa: os sapatos de bebé deixam qualquer pessoa enternecida... até um bloco de gelo como eu. Os da imagem são da Robeez, uma marca que eu não conhecia, mas que é vendida através da Spartoo. Também estou de olho nestas sandaletes da Nike... parecem-me interessantes para a praia e para arejar os pezinhos dos meus mais-que-tudo. E p'rás noitadas, [sim, os meus sobrinhos já andam comigo na noite... começam logo desde de pequeninos], estou apaixonada por estes modelos da Adidas... difícil vai ser escolher!!! Isto de ser tia é uma dor de cabeça!!!

[imagens: via]

#educação

#Estes miúdos dos Ídolos

segunda-feira, junho 22, 2015

Eu não sou de ver os Ídolos. Não sou mesmo. O circo em que transformaram o programa não me convence, embora ontem tenha dado com ele por acaso. Não ligo muito à música, confesso, [para mim desafinam todos, mas eu não sou boa de ouvido], mas fiquei um bocado desamparada quando ouvi os concorrentes, [principalmente as meninas], falarem sobre si próprios nos habituais vídeos de apresentação da 1ª gala.

Perfeccionista. Foi a palavra que utilizaram mais vezes. A par de frases como esta: "não quero sonhar alto porque quanto mais alto se sonha, maior é a queda". Isto deixou-me confusa. A sério. Que queda é que um miúdo ou uma miúda, no alto da sua juventude, pode dar ao fazer aquilo que mais gosta? Desde quando é que nos tornámos tão intransigentes com a possibilidade de seguirmos os nossos sonhos? Porque é que esta sociedade em que vivemos, ensina aos nossos, vossos, filhos, que sonhar é um perigo?

Não deixem que isso se perpetue. Não os ensinem a refrear as paixões por favor. O mundo precisa de gente apaixonada e de gente sem medo(s). Deixem-nos. Deixem-nos serem crianças enquanto o são. Deixem-nos ser jovens enquanto podem. Deixem-nos sonhar... sou eu que vos peço. Ainda me lembro tão bem de andar na faculdade e de deixar as minhas pseudo-reportagens em cima da mesa lá de casa na esperança que alguém as lesse. E não foi por não ter tido leitores que eu deixei de sonhar. A queda só é grande quando não corremos atrás daquilo que queremos.

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#curvy kate

#Passatempo Bra&Company: oferta de 1 conjunto!

sexta-feira, junho 19, 2015



O que eu  não faço pelas minhas amigas... e pelas mulheres! Aqui estou eu, de corpo [muito corpo!] e alma, a comprovar que somos mais que um número! É difícil eleger um modelo de toda colecção da Bra&Company... mas o Portia, (modelo verde lima), e o Scarlet, (modelo azul), assentaram-me que nem uma luva! Estou a usar o tamanho 32 F de soutien e o tamanho 12 (M) de cueca. E vocês? Sabem qual é o vosso tamanho de soutien? Não me digam que não...


Vá, o CC e a Bra&Company dão uma ajudinha... vamos oferecer um conjunto de lingerie! Para se habilitarem a ganhar o mesmo só têm de: ser fãs do facebook do blog aqui; ser fãs do facebook da Bra&Company aqui; e preencher correctamente o formulário do passatempo. 

Atenção: o passatempo só é válido em Portugal Continental e a vencedora terá de se deslocar ao atelier da Bra&Company, em Lisboa, para poder escolher o conjunto que pretende. Válido até dia 26 de Junho! A vencedora será escolhida aleatoriamente através do random.org. Boa sorte!

#discurso directo

#Entrevista com Deus

quinta-feira, junho 18, 2015

Recomendaram-me que lesse isto:

"Entre", disse Deus. "Então, você gostaria de me entrevistar?" "Se o Senhor tiver tempo", respondi. Deus sorriu e disse: "Meu tempo é a eternidade e é suficiente para qualquer coisa. Que perguntas tem em mente para me fazer?" "O que mais O surpreende a respeito dos homens?" Deus respondeu:

"Que eles se chateiem em ser crianças, tenham pressa de crescer, e então desejem ser crianças novamente. Que eles percam a sua saúde para ganhar dinheiro e então gastem o dinheiro para recuperar a saúde. Que por pensarem ansiosamente sobre o futuro, se esqueçam do presente, de modo que não vivem nem o presente nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e morram como se não tivessem vivido..."

A mão de Deus pegou nas minhas e ficamos em silêncio por um instante e então perguntei... "Como Pai, que lições de vida quer que seus filhos venham a aprender?" Deus respondeu com um sorriso:

"Aprender que eles não podem fazer ninguém amá-los. O que eles podem fazer é permitir que sejam amados. Aprender que o mais valioso não é o que eles têm nas suas vidas, mas quem eles têm nas suas vidas. Aprender que não é bom se comparar a outros. Todos serão julgados individualmente pelo seus próprios méritos. Aprender que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa de menos. Aprender que são necessários poucos segundos para abrir feridas profundas em pessoas que amamos, e pode levar anos para curá-las. Aprender a perdoar, exercitando o perdão. Aprender que há pessoas que o amam sinceramente, mas simplesmente não sabem expressar ou mostrar os seus sentimentos. Aprender que o dinheiro compra qualquer coisa, menos a felicidade. Aprender que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la completamente diferente. Aprender que nem sempre é suficiente ser perdoado pelos outros, mas perdoar a si mesmo."

Sentei por um tempo, saboreando o momento. Agradeci a Ele pelo tempo dispensado e por tudo que Ele me proporcionou. E Ele respondeu: "Estou aqui, 24 horas por dia."

#a vida aos 30

#E então, que tal a vida de desempregada?

quarta-feira, junho 17, 2015

Até agora não existem queixas. Nenhumas. E sim, podem-me chamar nomes que eu compreendo a vossa indignação. Em Portugal é [quase] proibido alguém admitir que se despediu... Mas foi exactamente isso que aconteceu. Eu despedi-me. E não me arrependo. Nada.

Antes de me despedir, é claro que ponderei como qualquer pessoa ponderaria. Adiei a decisão muitas vezes. Mais vezes do que aquilo que desejei. Mas chegou o dia. O dia em que me tornei livre por vontade própria. E cá entre nós, é nessas condições que eu pretendo continuar. Pela primeira vez na vida não tenho pressa. E não ter pressa foi um sentimento do qual eu tive muitas saudades nos últimos 2 anos da minha vida.

Aos 31 posso finalmente dar-me ao luxo de oferecer a mim mesma uma coisa que o dinheiro não compra: tempo. Tempo para fazer as coisas de que realmente gosto. É uma espécie de licença sabática... para despejar todo o lixo emocional que acumulei em excesso. Todos nós devíamos ter direito a depurar de vez em quando as nossas vidas e a reiniciá-las de mansinho, sem urgências e sem corações amolgados.

Há uma coisa que aprendi ao longo desta odisseia no espaço: na vida, as palavras que nos definem nunca serão os outros a escrevê-las. Somos nós que escolhemos onde decidimos colocar vírgulas e quando as substituímos por pontos finais. E não é preciso saber escrever bem... É preciso simplesmente sentir. Dar ouvidos [e voz] ao coração, o primeiro professor que temos na vida. 

Não pretendo recomendar que façam o mesmo que eu fiz. Fi-lo porque me sentia infeliz. E se me perguntarem se valeu a pena, eu direi que sim, sem dúvidas. Não me interessa o que os outros pensam de mim nem a cara que fazem quando eu assumo com convicção "despedi-me". Interessa-me, apenas, aquilo que eu penso de mim. E neste momento, a pessoa que eu sou, é alguém de quem eu me orgulho muito.

#brafitting

#Bra&Company: mais que um número

terça-feira, junho 16, 2015


A Bra&Company, para quem ainda não conhece, é um projecto pelo qual eu tenho muito carinho [e do qual eu me orgulho muito]. As mulheres que lhe dão corpo são duas [grandes] amigas minhas, com quem, por acaso, também já tive a oportunidade de trabalhar. Aliás, uma das fundadoras deste novo conceito em Portugal, foi uma das minhas mentoras, portanto eu conheço a fundo de quem é que estou a falar e em que mãos é que vos estou a entregar. Palavra de CC.

Não esperem que vos vá falar de uma loja tradicional de venda de lingerie porque a Bra&Company não tem nada haver com isso. As minhas duas "amigas do peito" , [até os trocadilhos encaixam bem!], criaram um atelier, multifacetado, dedicado ao bem-estar feminino onde a política da casa é bastante clara: "porque as mulheres são mais que um número". Não concordam? Eu concordo. Muito, muito, muito!



É por essa razão que a Bra&Company é embaixadora da marca de lingerie inglesa Curvy Kate, a qual defende, sem margem para dúvidas, body-positive attitudes, [é impossível traduzir isto], entre as mulheres «We make curvy girls feel fabulous about their figure. (...) We make sure every garment is tried and tested on naturally fuller busted women with real curves. (...) Curvy Kate bras not only support and lift a fuller bust but also complement those killer curves. (...) We focus on attitude rather than age. We are simply committed to giving all curvy women a huge range of beautiful lingerie that fits and flatters their fabulous figure.»

Mas essa não a única marca de lingerie que se encontra disponível no atelier da Bra&Company... nomes como a Freya, Fantasie, Royce, b.tempt'd, compõem o portfolio de soutiens e biquínis aos quais as mulheres portuguesas não conseguirão dizer que não. E uma coisa posso garantir-vos, "quando você começa, ninguém mais a segura"! O atelier disponibiliza ainda um serviço de aconselhamento e venda online para clientes que não se possam deslocar a Lisboa, [meninas dos Açores estão a ouvir-me? espero que sim!], e vários workshops itinerantes que levam até si, à sua casa ou ao seu espaço comercial, tardes repletas de animação. 



O atelier, situado na Av. 5 de Outubro, N.10, 7º Andar, Sala 4, não é só um local onde se pode comprar lingerie bonita... A Bra&Company organiza regularmente tertúlias que contam com a presença exclusiva de consultores de imagem, stylists, psicólogos, nutricionistas e técnicas de cosmética que garantem os serviços complementares do atelier. 

Ou seja, a Bra&Company não se preocupa só com o seu peito... Preocupa-se c-o-n-s-i-g-o! É por isso que o serviço é personalizado do inicio até ao fim. E por personalizado, entenda-se: as fundadoras do projecto, as minhas queridas Madalena e Ana, tanto estão sentadas nas suas respectivas secretárias, a trabalhar para nos dar a conhecer o melhor do mercado da lingerie, como estão a atender as clientes que se dirigem ao atelier... Tenho a certeza que elas farão de tudo para dar resposta às exigências e necessidades de cada cliente.




Resta-me dizer-vos que o atelier funciona de Terça a Sábado, das 10H às 19H, através de marcação. As marcações podem ser feitas pelo seguinte telefone 211 317 833. Qualquer questão que queiram colocar à Ana ou à Madalena, basta enviarem um email para info@bracompany.pt [e já agora podem dizer que vão da parte do CC que elas (e eu) vamos ficar muito contentes, ok?!].




#fixer

#O que faz uma produtora?

segunda-feira, junho 15, 2015


A resposta é simples: faz [todo] o trabalho sujo que é preciso, incluindo sacar alguns 'furos' e outras revelações; chateia muitas, mas mesmo muitas pessoas, principalmente os amigos com quem já não fala há muito tempo e reúne os ingredientes necessários às boas estórias para que os outros as possam contar. Se eu gosto? Sim. Posso até afirmar que g-o-s-t-o m-u-i-t-o! Se me incomoda estar atrás da máquina? Da câmara? Das luzes? Da acção? Não. Estar nesse lugar é um privilégio. Sou metade espectador, metade interveniente. É uma sorte. E é sem dúvida, uma paixão.

Já trabalho há 9 anos como produtora e tenho aprendido muito com cada pessoa que me vou cruzando. É o lugar certo para se estar quando se quer muito contar estórias. O Markus, é um amigo alemão com quem trabalho desde sempre e graças a ele tive a oportunidade de conhecer melhor o país donde vivo. Um dia com o Markus é a loucura. Passamos horas sem comer [a parte que me chateia mais, confesso], andamos sempre sujos e desgrenhados, subimos montes se for preciso para ter a melhor imagem e a melhor foto, e acabamos o dia às tantas, estafados, mas com um sorriso nos lábios. A mim compete-me segui-lo [sou uma espécie de sombra], sempre com o telemóvel na mão. Vou falando com este, vou falando com aquele, e cada pessoa que convenço a contar-nos algo é uma vitória celebrada por nós os dois. Formamos uma boa equipa. Disfuncional, claro. Mas, modéstia à parte, bastante complementar.



O trabalho começa sempre a ser desenvolvido com longos emails e com muito brainstorming. Contactos, contactos e mais contactos. Andar na rua, gravar, entrevistar, sempre a contra relógio. A adrenalina sobe. E o sangue bate mais forte. É tão, mas tão bom que podia fazer disto a minha ocupação principal... É cansativo. Sai-nos do corpo. Imaginem trabalhar debaixo deste calor com uma mochila às costas bem pesadinha... é de loucos, ou melhor, é de quem corre por gosto, e não sente o cansaço. É de quem quer, mais do que contar uma estória, fazer as pessoas falarem com o coração. Ichhh, dá trabalho. Dá mesmo muito trabalho. Mas consola. Consola sempre que se olha alguém nos olhos e essa pessoa se despe para a câmara. Consola sempre que o silêncio revela mais do que as palavras. Consola sempre que o jornalismo vira realidade [e vice-versa].


Não concordo nada que tenhamos de ser imparciais. Nunca ninguém o é, ainda mais em Portugal. Não concordo nada que tenhamos de nos esquecer de quem somos quando contamos estórias. Não concordo nada que tenhamos de fechar o interruptor dos sentimentos quando escutamos o que os outros nos dizem. Existem pessoas que na maioria das vezes não têm com quem falar, como por exemplo, um grupo de sem-abrigos que seguimos num dos nossos últimos trabalhos em conjunto. Quando não conseguimos interromper o discurso dessas pessoas, percebemos que somos talvez os únicos amigos que elas têm nesse momento. Normalmente não querem que entremos nos seus mundos, mas depois de o fazermos, passam a não querer que saiamos. Despedem-se com abraços. Com apertos de mão. Fortes. Olhos nos olhos. As pessoas dão-nos verdade. Dão-nos estórias. E neste trabalho, nós damos-lhes voz. E de cada vez que o fazemos não nos tornamos melhores profissionais. Tornamo-nos melhores seres humanos.

[imagens: ccstylebook | serviços: storytelling studio]

#festas de Lisboa 2015

#Lisboa: a cidade que não dorme

sábado, junho 13, 2015




Não há maior festa em Lisboa do que o Santo António. Não gosto da confusão que se gera nas ruas, nem das multidões que invadem a cidade... mas gosto do cheiro a sardinha assada  no ar, das esquinas dos becos enfeitadas e da Avenida da Liberdade colorida. Não gosto só disso. Gosto de muito mais, desde que não esteja metida entre o mar de gente que ocupa os bairros mais conhecidos. Pelo que vi ontem à noite enquanto me passeava pelas zonas mais típicas da capital, atrevo-me a dizer que estamos na boca do mundo. Lisboa é uma cidade de braços abertos. É convidativa. É barata. E é quente, apesar de ontem à noite os écharpes terem saído à rua. 

Entre os portugueses de todos o país, haviam centenas de turistas que avaliar pelos sorrisos e pela alegria, hão-de voltar muito em breve. A música popular é rainha. O "meto o carro, tiro o carro" e os "peitos da cabritinha" são os singles mais rodados. Não importa se se gosta ou não. Dança-se seja lá o que for...até sem música se for preciso, mas sempre de copo não. E viva à festa! Viva Santo António! Só se pára quando o sol nascer... ou quando o sono apertar, ou quando os pés doerem muito de tanto andar.





There's no biggest party in Lisbon than Santo António. I must confess that I don't like the confusion on the streets, not the crowds... but I do like the smell of grilled sardines in the air, the adorned corners where you pass by and the main street, Avenida da Liberdade, filled with color. It's complicated to visit the best know neighborhoods, there's always lots of people there... but from what I saw last night, I dare to say the we are very famous overseas! Lisbon is a city with open arms! It's inviting. It's cheap. And the weather is great too. Among the portuguese, there were hundred of tourists in the streets, and judging by their smiles and joy, they will be back very soon. Viva Santo António! The party only stops when the sun rises...

[imagens: ccstylebook]

#casamentos

#Não é para estar confortável: é para estar bonita!

sexta-feira, junho 12, 2015


Quantas vezes não ouvi isto, senhor [e quase que me benzi]. Continuo sem perceber a obsessão que muitas noivas têm com o dia do casamento. As mulheres quando estão noivas transformam-se, para pior, claro! E a primeira coisa que compram, sem pensar no resto, é o maldito do vestido. E digo maldito porque eu já vi muitos vestidos de noiva que não são vestidos: são objectos de tortura... Conforto? Nenhuma noiva conhece essa palavra. E se conhece, irá fazer de tudo para ignorá-la. E como se isso não bastasse irá tentar infligir o mesmo suplício à madrinha, à mãe, à irmã e às amigas. As noivas são do pior.

Hoje em dia existem soluções tão práticas e tão acessíveis... Eu não recomendo comprarem vestidos em lojas especializadas, recomendo sim, comprarem-nos em lojas de cerimónia ou em marcas que primem pelo minimalismo [mas isso é apenas uma opção pessoal]. Numa pesquisa que eu fiz, aqui e aqui [GBridal], acabei por descobrir exemplos de vestidos, simples e bonitos.

Vestidos totalmente brancos, sem apliques: adoro! Acho que são o cúmulo da sobriedade! Vestidos sem folhos, são o mais seguro [não fazem ninguém parecer uma matrafona]. Vestidos de manga comprida: sim, sim e sim! Os vestidos cai-cai são uma epidemia... e são muito pouco favorecedores, lembrem-se disto. Vestidos curtos... porque não? Parecem-me uma boa hipótese para quem se gosta de mexer à vontade.


Less is more, concordam comigo, não concordam? E agora vou ver os casamentos de Santo António, só para me rir um bocadinho... [é um guilty pleasure, perdoem-me!]. Deve ser por ser tão má lingua, que Santo António não me arranja marido...

[imagens: via]

#cuecas de cintura alta

#Somos ou não somos um país de tanga(s)?

quinta-feira, junho 11, 2015



1. Low-rise brief, La Perla; 2. Boxer brief, Princess Tam Tam; 3. Cullote brief, Chantelle4. Cheekster pantie; Victoria's Secret; 5. G-String, Playful Promises; 6. High Waisted Brief, Chantelle

Bernadette Kissane, analista de mercado, escreveu recentemente num artigo que "para os grupos consumistas da nova geração é considerado cool usar cuecas grandes", afirmando que as "tangas já tiveram o seu momento". Os peritos em números indicam que, nos Estados Unidos, por exemplo, a venda de tangas diminuiu 7% em 2014, enquanto as 'cuecas mais compostas', sejam elas boxers, de cintura subida ou as chamadas 'cuecas da avó', cresceram 17%.

Erica Russo, directora de acessórios, cosmética e roupa íntima da Bloomingale's explicou ao New York Times que há uma mudança no negócio provocada principalmente pelo facto de as calças de cintura subida voltarem a dominar o mundo da moda. Portanto, as mulheres mais novas estão a render-se aos encantos das 'cuecas de gola alta'... Será verdade? Acusem-se s.f.f!

Eu começo: eu adoroooo cuecões! [e ainda me posso considerar jovem, certo?!]. Já lá vai o tempo em que as minhas primeiras opções de compra eram tangas. Quando andava no ginásio, as meninas esticavam-se tanto nas suas leggings translúcidas, que se podiam ver os fiozinhos das tangas obsoletas quase a rebentar como se fossem pulseiras do Srº. do Bonfim. Naaaa, eu não entro nessas aventuras... P'ra mim cueca tem de ser um acessório resistente e robusto, suficientemente alto para abraçar o pneu da felicidade e as 'peguinhas do amor' [isto hoje está-me a sair um bocado ao lado, efeitos do Santo António, só pode].

Tangas, lamento, mas nunca gostei muito delas. Só quando o rei faz anos, dependendo do humor! Ainda assim para quem não gosta das cuecas de gola alta, existem várias opções para fugir a um pedaço de tecido enfiado entre as ... [entre aquilo que vocês sabem]. Nunca mais me esqueci de uma estória que uma amiga da minha mãe, mais velha, contou uma vez. Quando ela se apresentou ao marido, com a bela da tanga vestida, ele disse-lhe: "pareces um lutador de sumo". As tangas ainda que não se dê importância, podem acabar com um casamento... tenho dito.


[shopping & design: ccstylebook]

#emprego

#Gente com estória(s)

quarta-feira, junho 10, 2015


«Estou a preparar-me para em Setembro começar um mestrado. Vou investir novamente em formação. Será o segundo mestrado que faço num curto espaço de tempo. Não é na área que eu queria, mas é na área que me pode valer algumas oportunidades profissionais diferentes daquelas que tenho tido. Às vezes ponho-me a pensar nisso, nas razões que nos levam às nossas escolhas. Será que as decisões que tomamos deixam de ser decisões voluntárias e apaixonadas só por serem decisões produto daquilo a que estamos sujeitos? Não sei. Não consigo responder a isso.» 
Ângela, 28 anos, Psicóloga, Vila Real

#a vida aos 30

#Antes&Depois: Rendida ao Lob!

terça-feira, junho 09, 2015


Não é só das nossas estórias que nos temos de despedir... Às vezes também temos de ser duros e dizer 'adeus' aos nossos 'escudos protectores'. Eu sempre me escondi atrás do meu cabelo da mesma forma como uma mulher roliça esconde o corpo atrás de roupas largas. Os meus caracóis sempre representaram para mim o que as tranças representavam para Sansão: força e vitalidade... Mas não faz sentido abraçar esta nova fase da minha vida sem celebrar a mudança e sem me despir por completo daquilo que ficou para trás.

"Isso de certo e errado não existe, especialmente em moda. O que importa é se sentir bem, se reconhecer em frente ao espelho. E a gente pode se sentir exactamente como quer a partir do que escolhe vestir, usando o auto-conhecimento como ferramenta - com referências que vêm mais de dentro do que de fora. (...) Não tem direcção mais certeira para escolher o que ter no guarda-roupa - entender quem a gente é e o momento em que vive. (...)" in Vista quem Você é, Cris Zanetti e Fê Resende

Sentir-me-ia falsa se não abraçasse esta nova fase a partir do zero. É por isso que lá se foi uma parte do cabelo... Sem medo. Sem receio. Sem hesitação [é um exercício bastante recomendável para quem gosta de emoções fortes]. Se é para sermos felizes, sem estórias douradas, então sejamos honestos e comecemos a viver sem (tantas) defesas. Nunca conseguiremos viver uma vida plena se continuarmos 'barricados' pelos nossos medos. Até agora estou a sentir-me leve, livre, e já agora, louca... Confesso que estou a adorar este peso a menos! [acredito que não fosse todo do cabelo, mas usemos essa analogia que tão bem serve este post].

[imagens: ccstylebook]

#a vida aos 30

#Dizer adeus às nossas estórias

segunda-feira, junho 08, 2015


"Você tem um talento inato para contar estórias. Conta estórias muito boas mesmo! Até para si mesma, sabe disso... mas não sei se sabe que as suas estórias não passam de estóriasEssas estórias que constrói não podem ser mais fantásticas do que a sua vida. Não podemos proteger-nos eternamente atrás do nosso imaginário. Não viva baseada numa estória que não sabe na realidade se ela a fará feliz."

Confesso que me doeu (bastante) ouvir isto. Foi uma espécie de murro no estômago sem aviso. Eu sempre me achei capaz de tudo, mas disto não sei... Como é que nos despedimos das estórias que construímos à medida? Como é que lhes dizemos adeus? Como é que nos deixamos ficar em paz, à mercê do presente, sem sonhar com um bocadinho do futuro?  

Eu percebo a extensão dos danos colaterais que o não dizer adeus às nossas estórias pode provocar. Esta ânsia de chegar a um destino aonde tudo será perfeito é uma ilusão, no entanto, falta-me coragem para abandonar aquelas que são 'as minhas estórias'. Os meus contos de fada. Os meus 'foram felizes para sempre'. Acho que nos falta um bocadinho de coragem a todos nós...

Eu entendo esta urgência. A vida não pode ser uma eterna espera. Não a devemos interromper enquanto aguardamos pelos momentos certos, pelas pessoas ideais, pelos trabalhos perfeitos... Por muito que nos custe a admitir, isso são só desculpas para não vivermos tudo o que temos à nossa frente. Seguir a 'estória' que temos preparada é sem dúvida muito mais seguro. Temos um guião, ainda que imaginário... Sabemos de antemão o que irá acontecer e com que altos e baixos é que podemos contar [a nossa mente é capaz de criar estórias mais fantásticas do que a própria vida. que tramada, hein?!]. Seguir a vida, sem saber o que ela vai ser, é assustador.

Crescemos, mudamos, revoltamo-nos, resignamo-nos e continuamos a acreditar que 'aquela' estória, a tal, a mesma desde o inicio, é a que faz sentido para nós. É um erro. O que eu aprendi, ainda que a duras penas, é que tal como o calendário, os nossos sonhos e as nossas estórias também precisam de ser actualizadas. Não faz mal reescrevermos o guião que tínhamos preparado. Não faz mal mesmo.


#consumo

#10 Dicas para comprarem menos roupa

quinta-feira, junho 04, 2015


Ontem falei-vos de um projecto que pretende vir acabar com o subaproveitamento dos roupeiros femininos, mas tendo em conta que em Portugal não podemos usufruir dele, vou ajudar-vos a refrear o vosso desejo compulsivo por compras com 10 dicas chave na mão! As mulheres não precisam de muita(s) roupa(s), acreditem em mim. As mulheres precisam apenas de saberem quem são ["know first, who you are; and then adorn yourself accordingly" (Epictetus)]. Tomem nota:

1. Consciencializem-se de que possuem roupa em excesso. 
[tudo aquilo que vocês não vestem é e-x-c-e-s-s-o! um roupeiro funcional e equilibrado assegura a rotatividade de todas as peças que o compõem com a mesma frequência]

2. Comecem a reduzir o número de cores que costumam utilizar.
[identifiquem a conjugação de cores a que mais vezes recorrem e deixem-se ficar por aí; não vale a pena comprar a mesma peça em 7 cores só porque vos fica bem ou porque gostam muito dela]

3. Adoptem a medida da unidade: uma mala, um vestido preto, um par de ténis...
[depois de terem as peças chave do vosso roupeiro, não existe necessidade de as duplicar, triplicar ou quadruplicar; uma peça de cada é mais do que suficiente para compôr a base da vossa imagem]

4. Doem, reciclem, vendam ou ofereçam as peças que já não utilizam.
[sempre que mudar a estação, façam uma revisão ao vosso roupeiro]

5. Doem, reciclem, vendam ou ofereçam só mais um bocadinho.
[e depois de despistarem  os problemas iniciais, voltem a rever tudo outra vez]

6. Estipulem um calendário para as compras: de 3 em 3 meses, por exemplo.
[e não cedam à tentação; se forem às lojas, não levem o multibanco convosco!]

7. Definam um orçamento por mês e fiquem por aí!
[é mais fácil até para a economia doméstica!]

8. Lembrem-se sempre de que a qualidade é mais importante do que a quantidade. 
[a primeira é também mais rentável do que a segunda]

9. Evitem os saldos! [parece difícil, eu sei!]
[nos saldos toda a gente perde a cabeça e a carteira!!!]

10. Por último, impressionem utilizando o vosso carácter e não as vossas roupas. 
[é verdade, uma mulher autêntica só precisa de um sorriso e pouco mais...] 

Vamos a isso meninas? A mim custa-me, particularmente, respeitar a dica 9... assim que rufam os tambores dos saldos eu sou a primeira a avançar. Sou louca por uma boa pechincha!!! Apesar de tirar alguma vantagem económica da situação, é nessas alturas que eu cometo os maiores crimes de moda...  Lembrem-se disto: em caso de dúvida, é melhor não comprar! 

[imagens: ccstylebook]

#fashion

#Lena: the fashion library

quarta-feira, junho 03, 2015


Já há muito tempo que eu me debato com o excesso de roupa que tenho no armário... [não há nada que me dê mais ansiedade do que olhar para uma série de bens patrimoniais sem uso!]. O problema é que nós, mulheres, somos tendenciosas na hora de escolher o que vamos vestir... As primeiras opções recaem sempre sob as peças preferidas, as peças novas, as peças mais confortáveis ou as peças a que estamos mais habituadas e com isto "só usamos 20% daquilo que temos no armário".

É justamente para impedir o subaproveitamento dos roupeiros femininos que nasceu um projecto cheio de boa vontade, o Lena: The Fashion Library" O consumo excessivo é dos maiores problemas da indústria da moda, que deveria focar-se mais no lado artesanal e na qualidade, de forma a produzir produtos mais duradouros que todas possamos partilhar", Suzanne Smulders, co-fundadora da LFL. 

Tal como o próprio nome indica, The Fashion Library é uma biblioteca de moda. Em vez de livros podem requisitar-se peças de roupa durante cinco dias. Para já, só quem vive em Amesterdão é que poderá testar in loco as mais valias de um serviço destes, mas em breve, as suas fundadores prometem fazer chegar o conceito até às principais cidades mundiais. E se isto existisse em Portugal? Vocês frequentariam esta biblioteca?

[video: via]

#a vida aos 30

#Nós não queremos ir embora

segunda-feira, junho 01, 2015

Vinha a caminho de casa quando nos cruzámos por acaso [da última vez que nos vimos ainda estávamos na faculdade]. Passaram-se 10 anos. Sim, 10 anos. E chegámos juntas à mesma conclusão: a idade traz-nos uma melhoria significativa da nossa capacidade de selecção.

A conversa demorou alguns minutos. Trocámos impressões, experiências, pensamentos, tudo de uma forma bastante condensada. Ambas concordámos que às vezes é preciso darmos um passo atrás para conseguirmos seguir em frente. As inversões de marcha que surpreendem o curso das nossas vidas não são assim tão más quanto parecem...

Percebemos neste espaço de tempo que o amor também é um bem que escasseia. O tempo que nos resta deveria ser passado única e exclusivamente a amar. A amar aqueles que já não vamos ter por muito mais tempo perto de nós. E essa razão, é a razão principal por não querermos sair do nosso país. Por não querermos abandonar os nossos pais. Por não querermos perder os momentos que nos restam. Por não querermos ser órfãos antes da hora. 

A economia do amor não devia ser uma economia de contenção. De sacrifícios. De impossibilidades. Aos 20 anos não se tem a noção de que a vida, mais tarde ou mais cedo, nos rouba os interlocutores das nossas estórias, mas aos 30 já não conseguimos ignorar esse facto. Eu pelo menos não consigo. E é por isso que ir p'ra fora não é uma opção.

O vento que se fazia sentir foi-nos roubando as palavras... foi-nos entregando aos poucos ao desencontro uma vez mais. Mas soube tão bem... É por isso que vale a pena vivermos no(s) sítio(s) aonde pertencemos... Temos sempre a sorte de poder encontrar alguém, que faz parte da nossa estória, e que nos devolve a esperança que temos aos 20 balançada com a serenidade que alcançamos aos 30. Foi um prazer M. [da próxima, espero que nos encontremos no Porto].

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