(Nem) tanto ao mar, (nem) tanto à terra

quinta-feira, agosto 13, 2015





E quando a água salgada não fizer efeito, nós havemos de fugir até ao coração da ilha. 
Havemos de nos deixar adormecer debaixo da sombra de uma árvore e aos poucos e poucos sentiremos os pulmões encherem-se novamente de ar. Puro. Fresco. Novo. A metamorfose dos dias é soberba.

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