#rapidinhas

Update

quarta-feira, outubro 28, 2015

Uma pessoa andou o dia todo com frenicoques, a brunir a casa e a fazer alcatras...
... e aquela bimba do Puooorto perde-me o avião! Carago pah, as minhas amigas não são normais!

#experiencias

Passatempo: oferta de uma noite romântica no Atlântida Mar Hotel, ilha Terceira

quarta-feira, outubro 28, 2015


Surpresa, surpresinha! Em jeito de comemoração, eu e o Atlântida Mar Hotel, primeiro patrocinador oficial do CC, temos um presente para sortear entre os leitores do blogue... a oferta de uma noite romântica para 2 pessoas, com pequeno almoço incluído! (até eu concorria se pudesse!).

Ainda não estão convencidos? «A sensivelmente 2 horas de voo, partindo de qualquer aeroporto de Portugal Continental, aterra-se neste oásis de tranquilidade, repleto de agradáveis contrastes, recentemente galardoado pela revista National Geographic Traveler, como o 2º melhor arquipélago do mundo para o turismo sustentável. Debruçado sobre o oceano atlântico e localizado na 1ª linha do passeio marítimo da cidade da Praia da Vitória, na bela ilha Terceira, o Atlântida Mar Hotel convida-o a mergulhar na exuberante natureza açoriana e a viver emoções absolutamente inesquecíveis». E agora?




Para se habilitarem ao sorteio, terão de preencher obrigatoriamente os seguintes requisitos:
- serem fãs da página oficial de facebook do blogue CCSTYLEBOOK (cliquem aqui);
- serem fãs da página oficial de facebook do ATLÂNTIDA MAR HOTEL (cliquem aqui);
- partilharem publicamente o link do passatempo (opcional);
- preencherem correctamente o formulário deste post com os dados necessários;

Antes de concorrerem ao passatempo chamamos a vossa atenção para as condições do mesmo:
- A reserva é válida até 30 de Abril de 2016, excepto nos dias 31 de Dezembro de 2015 e 14 de Fevereiro de 2016;
- O Atlântida Mar Hotel  tem o direito de alterar as datas da reserva, caso seja necessário; 
- A oferta da noite romântica, para duas pessoas, inclui o pequeno-almoço;
- O passatempo é válido em Portugal continental e illhas, sendo que o prémio só pode ser usufruído dentro das datas especificadas, na localização indicada: ilha Terceira;




O passatempo decorrerá até ao próximo dia 04 de Novembro. O vencedor será escolhido aleatoriamente através do random.org e anunciado no blogue. Não serão consideradas participações repetidas. Boa sorte a todos!

#a vida aos 30

Sim, as saudades apertam

segunda-feira, outubro 26, 2015


Há um certo "pensar pequenino" nas pessoas da Terceira que me dá cabo dos nervos. Sempre me deu. Não é novidade. Talvez também tenha sido por isso que passei os últimos 13 anos lá fora. E tenho a certeza que não fui a única a fazer essa opção. Muitos jovens, (e não só), fogem daquilo a que eu chamo de "sistema funcional terceirense". E eu entendo porquê. Trocar Lisboa por um lugar onde pensar de forma diferente significa não estar alinhado com o resto da população é bastante arriscado. Estaria a mentir-vos se dissesse que as últimas semanas têm sido um mar de rosas. Na realidade, não têm sido assim tão boas. Viver-se nos Açores, por mais idílico que possa parecer, implica fazer das tripas coração para aguentar estoicamente a pequenez de quem cá vive. 

As pessoas que conhecem a minha estória perguntam-me com frequência: "e vais conseguir adaptar-te?" e eu respondo-lhes "e porque é que não hei-de conseguir?!". Não gosto desta maneira de pensar. Não gosto desta maneira, tão nossa, de menosprezar aquilo que temos. De nos acharmos menos que os outros. De não fazermos nada para evoluirmos. De não mudarmos porque tememos o que os outros vão pensar. De não tomarmos a iniciativa porque estaremos sozinhos. É esse sentimento enraizado que me enfraquece um bocadinho... dia após dia, tentativa após tentativa. Mas eu sou demasiado teimosa para desistir. Caramba páh! A gente põe-se à frente de touros, será que não conseguimos fazer melhor? Eu acredito que sim. Mas talvez seja só eu a única a querer acreditar.

Eu vim para os Açores porque tinha saudades de casa, mas acredito que profissionalmente posso fazer a diferença e, ainda que tenha de fazê-lo a nível individual, não vou deixar de tentar. Se todos fugirmos daquilo que é difícil de mudar (e de aturar), então daqui a poucos anos, os Açores passarão a chamar-se Desertas. E sim, quando estou de pijama, às 3 da tarde, a ver os programas das velhotas e dos reformados, penso como seria se ainda estivesse em Lisboa. Seria diferente, com certeza. Nunca estamos (totalmente) bem onde quer que estejamos. Às vezes tranco-me no quarto e escondo as lágrimas. Às vezes não digo a ninguém o quão sozinha me sinto e o quão difícil está a ser. Depois lembro-me do inicio. Lembro-me de como foi chegar até aqui. Lembro-me das minhas decisões e dos meus objectivos. Eu sei que aos poucos e poucos vou conseguir reunir todos os pedacinhos da minha vida que me fazem realmente feliz. 

#a vida aos 30

Pedir emprego não é feio

quinta-feira, outubro 22, 2015

Deixem-me que vos diga: as universidades, em Portugal, não preparam ninguém pr'a vida. Vendem ilusões contra o pagamento de vários milhares. Saímos de lá contentes, com um canudo nas mãos, sem saber fazer absolutamente nada. O que é essencial, aprende-se cá fora. Ainda há quem pense que um canudo é garantia de um futuro. Não é. Ainda bem que não são os canudos que nos definem. O que nos define é o que nós fazemos com ele. As instituições de ensino continuam a promover a ideia de que um canudo é uma mais-valia. É. Mas um canudo não dá educação a ninguém...

Há quem saia da universidade e tenha um percurso imaculado. E há quem não tenha. Eu não tive. Porque não quis e porque, se calhar, não tinha muito a haver comigo. Eu fui atrás daquilo que eu queria experimentar e não me arrependo. Nada. Ter um canudo nunca me financiou a estadia fora de casa, antes pelo contrário... Conseguir dinheiro para pagar as contas no final do mês sempre dependeu de mim e não da minha formação. E ter-se criatividade suficiente para se desenrascar é uma competência que não se adquire na faculdade. Por isso, se vocês que me lêem, se sentem a nadar de costas, como uma tartaruga de pernas pr'ó ar, tomem calma. Existem vários caminhos para se chegar onde se quer.

Agora que voltei à Terceira, ando a pedir emprego. E há quem ache feio pedir emprego. Eu não acho. Vivo bastante confortável com isso. Não me tira o sono. É claro que eu não estou à espera que aqueles que ficaram, ou os que regressaram, com os seus canudos debaixo do braço, me abram as portas, ainda p'ra mais quando passei anos a maldizer a ilha. Mas, meus amigos, todos os nãos fazem sentido (e eu estou mais do que bem formada para ouvi-los). Orgulho-me muito de sempre ter trabalhado onde eu quis, coisa que nem todos conseguem hoje em dia. Bati às portas, disse que não sabia nada e que queria aprender. Entreguei-me, dediquei-me, lutei por sonhos que não eram os meus porque não sei ser de outra forma se não assim. Agora que voltei, vou fazer o mesmo. Vou bater às portas. Vou aprender de novo. Mas se calhar a entrega e a dedicação já não será a mesma... Ao fim de muito tempo a bater às portas dos outros aprendemos uma coisa: os únicos sonhos que importam são os nossos.

#nas palavras dos outros

O jornalismo nunca há-de morrer

quarta-feira, outubro 21, 2015

Porque ainda há quem acredite nele.
Artigo de Héctor Tobar, Who'd Be a Journalist?, para ler na íntegra no The New York Times

«O emprego dos sonhos de Jonathan Bach é uma profissão bastante criticada, mal compensada e na maioria das vezes, perigosa. Várias pessoas dizem-lhe que está condenada a tornar-se obsoleta. Mas nada disso parece importar-lhe. Ele continua a querer ser jornalista (...) Eu digo aos jovens jornalistas a quem ensino na universidade de Oregon para ignorarem a escuridão que cerca a profissão de jornalista e o seu respectivo futuro. As pessoas nunca vão perder a apetência natural que têm para consumir estórias verdadeiras, bem contadas.» 

#a vida aos 30

Combater a depressão através dos alimentos

quarta-feira, outubro 21, 2015


Será possível? Eu continuo a manter o que disse: acredito mais nas drogas... Infelizmente não existe nenhuma que reduza, (milagrosamente), o perímetro corporal à volta da BARRIGA! Foi essa a única razão pela qual decidi experimentar uma dieta "anti-depressão" recomendada por uma nutricionista da ilha. 

Fazer dieta na Terceira é M-U-I-T-O difícil (para quem não vive ou nunca viveu cá acredito que seja difícil perceber o grau de veracidade desta minha afirmação). Nós gostamos de comer (mais do que todas as outras pessoas do país). Nós gostamos de comer até "rapar o prato". Nós não somos gente de fazer cerimónia. E nós também não gostamos de correr (só no caso de aparecer um toiro pela frente). Além das características que nos são próprias, o calendário de festividades e eventos terceirenses não é de todo aconselhado a pessoas que sofram do estômago. As evidências confirmam-no: HÁ FESTA TODO O ANO. E festa na Terceira é sinónimo de mesas fartas (e "coolers" cheias de cerveja).

De Maio a Outubro é época das touradas. Em Novembro há um intervalozito, muito pequenito, para recuperarmos da azia... e em Dezembro cai-se-nos o Natal em cima e os 500 menino-mija, (tradição açoriana de se visitar a casa dos amigos), a que uma pessoa tem de ir. Em Janeiro, fazemos as promessas todas que dificilmente iremos levar a bom porto no resto do ano e em Fevereiro chega o Carnaval e o cheirinho a filhoses fritas vindo das sociedades das freguesias. Portanto só se faz dieta p'raí em Março e Abril. "Dieta preventiva", vá, que uma pessoa já sabe que aquilo que perder, volta a engordar.

O J, o ex-namorado de quem eu nunca paro de falar, tinha uma teoria muito estranha (estranha aos olhos de uma terceirense corpulenta como eu). Ele defendia que nos devíamos levantar da mesa com apetite, isto é, não devíamos comer tudo aquilo que nos apetecia. De cada vez que ele me mandava parar de comer batatas fritas apetecia-me fusilá-lo. Então o homem não sabia que uma pessoa deprimida só sente feliz a comer?! Raios parta! É óbvio que estou a brincar e é óbvio que ele tem razão, mas alimentar este corpo (e esta mente) é de facto uma tarefa difícil tendo em conta todos os factores circundantes e circunstanciais.

Contudo, desde o inicio do mês, data em que comecei a dita dieta contra a depressão, que encarnei num esquilo... Uma pessoa não faz mais nada senão passar a dia a comer nozes, avelãs, amêndoas e por aí fora. Basicamente, tudo o que fizer barulho a mastigar e não souber a nada.  Outra componente deste regime alimentar que uma pessoa se vê obrigada a seguir é a ingestão de chás... Chás esquisitos, feitos com as especiarias mais estranhas. Já agora, se algum dia quiserem dar um "chega p'ra lá" num inimigo vosso, sirvam-lhe um cházinho de limão com pimenta cayena. É tiro e queda. Não recomendo a ninguém. Até acho que fiquei com as narinas maiores desde que o bebi... Espero que esta nova forma de comer me ajude a baixar o cortisol, esse danado que me fez subir dois números de roupa! Garanto-vos que ele vai aprender uma coisa: quem se mete com a CC não sabe o que lhe espera.

#a vida aos 30

4 passos para encontrar o "TAL" trabalho

segunda-feira, outubro 19, 2015

Existem pessoas que têm uma maior propensão para se realizarem através das funções que desempenham. Eu sou claramente uma dessas pessoas (se dúvidas houvesse, [duvido muito], agora elas estão completamente desfeitas). Mas eu não sou a única. Há por aí imensa gente que se entrega ao trabalho com uma dedicação imensa... E eu não vejo nada de errado nisso, embora deva alertar-vos para uma coisa: tudo o que demais é como o que é de menos, um dia irá deixar de satisfazer-vos. Caso isso vos aconteça o mais importante é reagirem, quanto mais cedo, melhor.

1. Se não está a funcionar, despeçam-se
Eu sei que o ser humano não se sente muito à vontade com rupturas, principalmente quando é o próprio a forçá-las, mas a verdade é esta: as rupturas são necessárias (por mais que custem). Ninguém pensou mais em despedir-se do que eu. O desconforto que eu senti em relação ao meu último trabalho começou a afectar-me passado um ano e meio de eu lá estar e eu só me vim embora ao fim de três (em muito mau estado). Se me arrependo de alguma coisa, essa coisa foi sem dúvida ter prolongado uma dor desnecessária. Confiem no vosso instinto, normalmente, ele costuma estar certo. 

2. Sigam a vossa curiosidade (até onde ela vos levar)
Há imensas coisas que eu consegui na vida única e exclusivamente por ter um espírito curioso. Nunca, mas mesmo nunca, deixem de ser curiosos. A curiosidade pode abrir-vos portas. Pode obrigar-vos a descobrir coisas novas. Pode fazer de um hobby, uma paixão, e de uma paixão, uma ocupação profissional. 

3. Nunca coloquem o dinheiro em primeiro lugar
O dinheiro dá jeito, oh se não dá, mas nem sempre é sinónimo de felicidade. Eu costumo sempre dar o exemplo de uma situação concreta pela qual já passei: quando vivi em Espanha tinha um "sueldo" generoso, (muito generoso para uma miúda de 24 anos), mas era infelicíssima a vender palmilhas de silicone. Cada vez que me metia a caminho do trabalho só me apetecia cortar os pulsos.  Quando regressei a Portugal bati à porta de uma empresa consideravelmente grande e disse que queria trabalhar para eles. Pagavam-me 450€ (e tratavam-me abaixo de cão) mas eu adorei a puta da experiência! Ironicamente, parece que aquilo de que mais gostamos é incompatível com salários que nos permitam viver... Mas não deixem escapar uma coisa que realmente querem só por causa do valor em que ela está avaliada.

4. Não estabeleçam metas
Pode parecer contraditório, mas faz sentido. 
Não se tornem escravos dos vossos egos (porque não vale a pena). 

#a vida aos 30

Vamos lá recapitular tudo outra vez CC

sábado, outubro 17, 2015


Às vezes precisamos de nos lembrar dos piores momentos pelos quais passámos para não deixarmos que a vida nos defina como ela bem entender. Esta semana não foi fácil. Estive a ponto de me entregar ao desespero (e ao descrédito). Depois lembrei-me dos Açores. Do seu clima. Da sua metamorfose. Dos dias de chuva interrompidos pelo sol. E percebi uma coisa: as tempestades não duram para sempre

O golpe de misericórdia atingiu-me o ego quando, ingenuamente, (sim aos 31 ainda se é ingénuo), apresentei um projecto a uma pessoa que nem se deu ao trabalho de lê-lo (pelo menos à minha frente, não demonstrou qualquer interesse). A desilusão foi brutal, confesso. Não sei até que ponto isso é uma coisa boa ou não, mas coloco (sempre) muito amor em tudo o que faço, (pelos menos profissionalmente, devo fazer esta advertência) e ver as minhas ideias serem deitadas para o caixote do lixo foi tal como vos escrevi antes, um murro no estômago. 

A tentativa de fazer o universo mexer-se um bocadinho, já estava minada pela desmotivação que surgiu depois de ter recebido um não. Mesmo assim, distribuí alguns currículos e inscrevi-me num curso de empreendedorismo, mas para ter acesso ao mesmo ainda tenho de passar numa entrevista de selecção. Honestamente, eu não sei até que ponto a estratégia dos Centros de Empregos deste país é inteligente. As pessoas com formação ficam sempre para o fim da linha... Não seria muito mais rápido inserir na vida activa um profissional (já) qualificado, pergunto eu?

Não me apeteceu desistir, assim de caras, mas apeteceu-me maldizer tudo e mais alguma coisa, e enfiar-me na cama, com os cobertores pela cabeça, pr'aí até 2016. Até que me forcei a ir ao mais profundo de mim arrancar alguma coisa que me fizesse vir à tona. Lembrei-me das outras vezes em que estive desempregada e com muita imaginação consegui dar a volta à situação. E lembrei-me, acima de tudo, porque é que decidi regressar aos Açores.

Eu vim para os Açores para curar-me. É isso que eu tenho de preservar enquanto estiver aqui. E também vim para os Açores para me inspirar e para dar vida a muitos sonhos que estão dentro da gaveta (há anos). Não posso fazer o mesmo caminho que fiz antes. Não posso voltar a aceitar que me paguem para desistir daquilo que eu quero (experimentar). E ainda que eu saiba que não posso viver do ar, e que o dinheiro está a esgotar-se, talvez todos os nãos que eu recebi (e que vou receber) façam sentido... 

#a vida aos 30

O dia de um desempregado, campónio, sem meio de transporte próprio

quinta-feira, outubro 15, 2015

1. Passa o dia a "pinar", salvo seja, vestidos de noiva no Pinterest 
2. Passa o dia a "pinar", (muito pina esta gaja), frases motivacionais (cheias de moral, mas sem efeito)
3. Googla "Emprego nos Açores" dezenas de vezes por dia
4. Envia emails a senhores de fato e gravata (e com ar sério) através do Linkedin
5. Escreve posts maravilhosos para vocês lerem!!!
6. Imagina que é um dos convidados do Alta Definição e chora desalmadamente quando lhe perguntam: "o que dizem os teus olhos?" (confessem lá, quem é que nunca fez isto?! será que eu tenho de aumentar a medicação?)
7. Vê os vídeos de exercício da Carolina Patrocínio no Instagram e profere uma série de palavrões a seguir
8. Toma um banhinho para dar o ar que é gente
9. Abre o whatsapp para ver qual foi a última vez que o ex-namorado esteve online (esta aqui também nunca fizeram, não foi?!)
10. Responde a todos os quizz vocacionais que encontra na Internet
11. Lava as vistas com as modas da Inditex (abençoada sejas!)
11. Tem 25000 ideias de negócio por minuto
12. Argumenta ferozmente contra as 25000 ideias de negócio que teve
13. Ri-se de si próprio(a) (quando não chora)

#a vida aos 30

Distribuir currículos sucks!

quarta-feira, outubro 14, 2015

Ontem tive um dia de merda. Fui distribuir currículos. Distribuir currículos não é mau... mas também não é bom (pareço a outra do "estar vivo é o contrário de estar morto"). Se os andamos a distribuir é porque alguma coisa correu mal. Ou então não. Num mundo ideal nós não deveríamos ser obrigados a utilizar cartões de visita tão frios como os currículos. Devia haver outra forma de podermos mostrar aquilo que valemos... e aquilo que nos distingue.

Distribuir currículos é sujeitar-nos de novo à rejeição (e a rejeição é uma espécie de murro no estômago). Mesmo nas ocasiões em que não estamos lá muito interessados na proposta ou na oferta de emprego (nunca vos aconteceu?). A rejeição é um problema secular. Não fomos preparados para aceitar a rejeição, por isso é mais do que normal que não saibamos lidar com episódios desse tipo. 

Não me preocupa ser rejeitada, preocupa-me que as pessoas, no geral, não tenham tempo, nem vontade para conhecer outras pessoas. As pessoas como eu, que andam pr'aí a distribuir currículos. Distribuir currículos também reaviva alguns fantasmas do passado, como por exemplo as dúvidas que temos em relação à nossa vocação. Se der certo, será que eu vou gostar? Só o peso de nos imaginarmos a viver uma nova experiência de trabalho sem nos sentirmos (verdadeiramente) realizados dá cá um arrepio na espinha... É ou não é verdade?

As coisas nunca serão perfeitas, mas ao menos que valham a pena, né? Eu acho que o que fiz até agora profissionalmente valeu muito a pena, mas querer, querer, eu queria era saber como será daqui pr'a frente... É por isso que eu sofro de ansiedade! Tenho a mania de querer saber o desfecho das coisas mesmo antes delas começarem! Distribuir currículos não foi bonito. Não podia ser. Mas tinha (e tem) de ser feito. Distribuir currículos implica sempre a validação de terceiros. E a validação de terceiros nem sempre corresponde àquilo que achamos que merecemos. Mas a vida é isso não é? Um desencontro de mérito(s).

#serviço público

Feira de Emprego Freeport

terça-feira, outubro 13, 2015



Para quem gosta de moda e está à procura de emprego este post é uma boa noticia! O Freeport Fashion Outlet  (em Alcochete) está à procura de profissionais apaixonados pelo retalho. Os candidatos devem ter grande capacidade de expressão em português e domínio da língua inglesa. Conhecimentos de outras línguas como espanhol, francês e/ou mandarim serão muito valorizados assim como perfis com forte sentido de responsabilidade, orientação para o serviço e atendimento ao cliente.

As vagas disponíveis são mais de 50 e dividem-se por 25 marcas diferentes. Casos estejam interessados, devem fazer a vossa pré-inscrição no evento enviando o CV e uma foto de corpo inteiro para freeport-jobfair@hays.pt. Para terem acesso ao mesmo no dia 17 de Outubro, Sábado, é necessário preencher o formulário de candidatura disponível no site do Freeport.

O check-in realiza-se entre as 9H e as 12H no Centro de Congressos do Freeport. Devem ser apresentados o CV com foto de corpo inteiro mais o Cartão de Cidadão. Entre as 10H30 e as 14H00 será realizada uma avaliação inicial e entre as 14H00 e as 18H00 prosseguem as entrevistas com as respectivas marcas. Desejo-vos a maior da sortes caso seja essa a vossa vontade!

#nas palavras dos outros

Sintomas da Depressão nas Relações

terça-feira, outubro 13, 2015

A vocês: não vão por onde eu fui.
Ao J: desculpa.

«Nuestra calidad de vida depende de la calidad de nuestras relaciones con los demás. Las relaciones son la fuente de una gran parte de nuestra felicidad y del éxito que tengamos, pero también pueden causarnos dolor y desesperación. Por eso, cuando tenemos problemas con las relaciones primarias, nos resulta difícil encontrar la felicidad en cualquier otra cosa. La depresión distorsiona negativamente la percepción de la realidad y dificulta que una relación, que de otra manera sería sana, resulte satisfactoria. 

Al contrario de lo que sucede con las enfermedades físicas, la depresión no anuncia su llegada mediante graves síntomas físicos. En su lugar, la depresión aparece sigilosamente provocando pequeños cambios químicos en el cerebro poco a poco, día a día. Para mucha gente, la depresión entra de puntillas sin ser reconocida hasta que empieza a provocar cambios en el pensamiento, los sentimientos y los actos. Sin darse cuenta de que la depresión está influyendo en la percepción, es normal que los que la sufren señalen a sus nefastas condiciones de vida como fuente de su infelicidad. 

La depresión lo cubre todo de nubarrones negros que llenan tu vida de dudas y desesperación. Influye en tu manera de pensar y en tu energía, y hace que sea prácticamente imposible que disfrutes de nada en la vida. La depresión afecta a la confianza y a la autoestima y tergiversa la interpretación de las relaciones con los demás. Te cuestionas, te criticas y te vuelves extremadamente sensible a las críticas de los otros. La depresión mina tu motivación y tus niveles de energía y hace que te cuestiones tu valía en el trabajo, en los estudios o en las relaciones. Como consecuencia, odias tu trabajo, tu pareja te parece insensible y ¡tu vida es una mierda!» Texto de Antonio Borrello, psicólogo especializado em terapia conjugal
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#a vida aos 30

Psiquiatra vs. Psicólogo

segunda-feira, outubro 12, 2015


Vocês já contaram a algum amigo vosso que estavam a tomar anti-depressivos? Eu já. Posso dizer-vos que tive reacções de todo o tipo desde o típico "deixa já isso o mais rápido possível porque vais ficar dependente" até ao alternativo "e se fizesses Yoga em vez de te drogares?" Às vezes as pessoas fazem-me rir com a quantidade de coisas que elas sabem sobre a vida dos outros. Eu sei tão pouco sobre a minha...

Quando comecei o meu tratamento psiquiátrico, recomendaram-me que tomasse Socian, Citalopram e Cloxam. Não tive efeitos secundários, (ligeiras dores de cabeça, mas nada demais), não andava chumbada e não parecia um zombie. Passei a dormir significativamente melhor e deixei de me importar tanto com aquilo com que me importava demasiado. E as cólicas chatas que me impediam de ser uma pessoa normal foram desaparecendo ao longo do tempo. Apesar de tudo, devo confessar-vos que eu tinha grandes esperanças nas drogas (grande frase esta!). Mas atenção, isto é sério! Acho que a falsa expectativa que eu criei em relação ao tratamento psiquiátrico pode ser uma falácia comum para muitas pessoas que se encontrem na mesma situação do que aquela em que eu me encontrei (e ainda me encontro). Eu acreditava piamente que os químicos seriam "a solução" para os meus problemas. Infelizmente não existem milagres instantâneos (nem drogas que nos façam sentirmo-nos felizes eternamente).

Nos últimos meses tenho estado mais atenta a estes temas e tenho conhecido imensa gente nas mesmas condições (vocês não imaginam a quantidade de pessoas que andam pr'aí drogadas). Apercebi-me que cada pessoa espera uma coisa diferente do seu tratamento. Normalmente aconselho-lhes aquilo que resultou comigo (e que me parece válido para a população em geral): é imprescindível que a pessoa faça simultaneamente psicoterapia. Mesmo que a psicoterapia implique (re)mexer em coisas que não se quer. Por exemplo, quando estive recentemente em Lisboa, aproveitei para ter consulta com a minha psiquiatra e quando lhe contei que tinha decidido regressar aos Açores ela aconselhou-me a aumentar a medicação. Acham que eu lhe dei ouvidos?! Nem por isso... Por outro lado, quando visitei a minha psicóloga, ela felicitou-me pela decisão corajosa que eu tinha tomado. Percebem a diferença?! 

Acredito que parte da cura dos males da alma está em querermos sentir de novo a vida a sangue frio. Também acredito que não precisamos de omitir que nos estamos a tratar psiquiatricamente para sermos bem aceites aos olhos da sociedade (e dos outros). Eu nunca o fiz. Espero muito sinceramente que um dia se possa falar de saúde mental sem os tabus que se lhe coloca e sem ouvir frases feitas da boca das pessoas que nos rodeiam, "coitadinha, está maluquinha, está a ser seguida por um psiquiatra". 

#cc favorite things

Passatempo Benditos Pormenores

terça-feira, outubro 06, 2015

Para celebrar o regresso aos Açores vou oferecer-vos um pouco do que é nosso (meu)! Em parceria com a Benditos Pormenores, a marca de acessórios de que vos falei recentemente, tenho para vos oferecer uns brincos!


Para se habilitarem a serem os vencedores deste passatempo, só têm de fazer 3 coisas muito simples: 1) seguir o facebook da Benditos Pormenores aqui; 2) seguir o facebook do CCSTYLEBOOK aqui; 3) preencher correctamente o seguinte formulário com os dados obrigatórios:



O passatempo é valido a partir de hoje até ao próximo dia 11 de Outubro, em Portugal continental e Ilhas. O vencedor será escolhido aleatoriamente através do random.org. Boa sorte a todos!

#fora de casa

Agora que eu me vou embora é que isto fica bom?!

segunda-feira, outubro 05, 2015


A Vice-Presidência do Governo dos Açores promove, através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), a realização de uma Semana dos Açores no renovado Mercado da Ribeira, agora conhecido como Time Out Market LisboaEntre 5 e 11 de Outubro, os produtos certificados dos Açores irão ser comercializados e aliados à gastronomia própria daquele mercado, estando em destaque numa venda que se constitui como montra do que de melhor se produz em cada uma das nove ilhas da Região.


Durante a Semana dos Açores, alguns restaurantes presentes no Time Out Market, como Miguel Castro e Silva, Marlene Vieira, Cozinha da Felicidade, Confraria do Sushi, Prego da Peixaria, Asian Lab e SEA ME, vão integrar no seu menu um prato concebido exclusivamente a partir de produtos açorianos. O peixe fresco, o queijo e os enchidos regionais serão a base da maioria desses pratos, os quais poderão ser degustados nas sessões de 'show cooking' que durante a semana os cozinheiros do Mercado apresentam. Para os últimos dias da semana, designadamente entre quinta-feira e domingo, estão programados espetáculos de artistas açorianos, como Sax’N’Fun, Cristóvão Ferreira Duo, Sons de Bruma, João Macedo e Bia Chicoração.

I'll be back

segunda-feira, outubro 05, 2015

É tudo... por agora.

#nas palavras dos outros

Não se pode arriscar em qualquer um

domingo, outubro 04, 2015

«É necessário dizer claramente que se há gente ruim na política, a culpa também é (nossa). Os eleitores têm culpa em votar em pessoas que estão lá. Isto precisa ser dito com todas as letras. É preciso que a gente pense a importância de dar o voto a determinada pessoa, de saber como controlar, vigiar, acompanhar. (...) E não se pode arriscar em qualquer um. Tem que ver o quanto ele já participou da política geral, dos movimentos populares, da construção da cidade, da educação, da saúde. O critério básico seria ver a sua história passada. Ver as origens e opções. Ele faz uma opção para quem? Para os empresários? Para os ricos? Ou tem de facto uma opção pelos pequenos? E aqui um ponto importante e decisivo que gostaria de frisar: é importante ver se estes políticos que nós vamos escolher, estão abertos à participação popular. Este também é um critério. Eles aceitam que o povo participe? Se nós estamos avançando hoje na política em alguns locais, em algumas comunidades, é exactamente porque há políticos abertos à participação popular, há políticos humildes que no seu programa de campanha já dizem: nós vamos trabalhar com; vamos escutar a população, vamos estar abertos à participação popular. Acho que esse é um critério muito importante na hora de decidir em quem votar.» Texto de Pedrinho Guareshi

#a vida aos 30

Escolher é dificil

sábado, outubro 03, 2015

Por mais voltas que a vida dê eu sei que nunca nos vamos separar. Não sei como sei disso, mas só sei que o sei. [e certezas são (muito) poucas as que eu tenho agora]. Sabê-lo é a única coisa que acalma o galope em que está o meu coração porque uma das maiores crueldades que a vida nos impõe é a impossibilidade de vivermos divididos. 

Escolher [entre uma(s) coisa(s) e outra(s)] é das maiores responsabilidades que se pode ter. Escolher entre o que se guarda e o que se esquece. Entre o que se deseja e o que não se aceita. Entre o que nos incendeia a alma e o que nos entorpece. Escolher não é (nada) fácil. Parte-nos ao meio. Escolher não nos dá certezas. De nada. Mas mantém-nos vivos. E às vezes viver é a única escolha que nos resta. Ainda que nos custe. Ainda que nos doa. Ainda que nos faça infelizes primeiro que felizes. Ainda que seja ridiculamente difícil manter-nos fiéis às nossas escolhas. Ainda que nos apeteça assumir que não somos responsáveis por aquilo que escolhemos dar aos outros. Somos. 

Somos responsáveis por amar demais. Somos responsáveis por não amar o suficiente. Somos responsáveis por não vivermos a vida que desejámos. Por isso, a escolher entre mim e a vida, escolhe-a a ela. Escolhe-a como eu a escolhi. Se a escolheres, escolhemos ambos a vida (e eu não terei de assumir que não te escolhi a ti). Escolhe-a. Agarra-a. E nunca a deixes fugir. Ainda que eu quisesse muito ser a tua vida. Ainda que eu quisesse muito que tu fosses a minha, ambos sabemos o que somos (e o que não somos). Ainda que nos escolhêssemos. Ainda que isso fosse possível. Ninguém pode viver dividido. Ninguém. 

Por mais voltas que a vida dê eu sei que nunca nos vamos separar. E se nos separarmos que seja porque encontraste na tua vida, a tua vida. Que ela te faça feliz. E que nunca mais te obrigue a ter que escolher.

#projectos com alma

Benditos Pormenores: promover o que é nosso (meu)

sexta-feira, outubro 02, 2015


A Madalena Costa é uma artesã da ilha Terceira, fundadora de uma marca de acessórios que eu quero muito que vocês conheçam: a Benditos Pormenores. O projecto a é a prova de que "estar nos Açores ou noutra parte qualquer do mundo, acaba por não fazer muita diferença". É sobretudo através da página oficial do facebook que se realizam as vendas, se conquistam clientes e se aceitam encomendas de acessórios personalizados (se ainda não seguem o trabalho desta jovem é a altura ideal para fazerem um gosto na página dela!). A sustentabilidade ambiental é um dos estandartes da marca, "em cada peça que criamos aliamos a originalidade à consciência ecológica, transformando o desperdício em beleza, o velho em novo". Os materiais utilizados na confecção dos acessórios são maioritariamente elementos reciclados... mas não se surpreenda se de repente a Benditos Pormenores lhe sugerir um colar feito de cracas. As peças que a Madalena cria respiram Açores... Quem as comprar leva com certeza um bocadinho do que é nosso junto ao peito.



As peças fabricadas artesanalmente não são feitas em série. Cada cliente tem a possibilidade de ter uma peça única elaborada de acordo com o seu estilo, "há peças sóbrias e outras mais radicais e divertidas, há peças simples e há peças extravagantes. Uma coisa todas têm em comum: a originalidade... Mesmo a peça mais simples tem um detalhe inesperado". A Madalena acredita que o projecto que alimenta todos os dias é uma boa aposta sobretudo porque se destaca entre as massas e porque não promove a cultura do desperdício, "cada vez mais se vê pessoas a fazerem escolhas com base nos valores que têm. Se o mercado da energia e da alimentação se tem vindo a alinhar com o valor da  preservação do ambiente, por que não o da moda também?"



Entre as fãs da Benditos Pormenores, existem caras bem conhecidas: Diana Bouça-Nova, Inês Folque, Leonor Poeiras, Raquel  Prates, Dânia Neto, Bárbara Taborda, entre outras. As clientes não só aderem às propostas apresentadas como chegam inclusive a fazer pedidos bastante ousados, "às vezes fico surpreendida com as nossas clientes. Recentemente, houve uma senhora que me pediu para fazer uma peça para a sua mãe que fazia 60 anos. Deu-me carta branca para arrojar. Criei uma peça com cápsulas Nespresso, escamas de peixe e legos. Recebi uma reacção muito positiva, quer da cliente que encomendou a peça, quer da pessoa que a recebeu." Houve até quem já tivesse desafiado a marca a criar acessórios de noiva, um colar e um bouquet. O que é que vocês acham? Ficou super original, não ficou?



Acessórios: Benditos Pormenores
Créditos das Imagens: Luís Godinho e Um dia Único

#1 song when you were born

Against All Odds

quinta-feira, outubro 01, 2015

A 28 Abril de 1984, tinha eu acabado de nascer, e a música que bombava na rádio era esta.
Que música passava na rádio quando vocês vieram ao mundo?
Descubram-no aqui. Feliz Dia Mundial da Música!



#alma terceirense

Quem é que quer ir à Terceira?

quinta-feira, outubro 01, 2015

«Pela terra e pelo mar, pela história e pela cultura, pela irreverência e pela tradição, a ilha Terceira é um caldeirão de experiências em que a natureza escolhe os ingredientes. Esta ilha, emblemática no arquipélago dos Açores, caracteriza-se por um conjunto de atrações irresistíveis e muito sui generis. A paisagem é marcada pela deslumbrante geologia vulcânica, por tradições populares cujas origens se perdem no tempo e por um legado histórico que se faz sentir durante toda a viagem.
O ponto de partida ideal para uma viagem pela ilha poderá ser o centro histórico de Angra do Heroísmo que preserva a traça da arquitectura do século XV. É ainda impossível ignorar o Museu de Angra do Heroísmo e o velho Convento de São Francisco. Muitos dos encantos da Terceira revelam-se quando saímos do centro urbano. Nos Biscoitos encontramos a origem do famoso Vinho Verdelho. Aqui é obrigatório descobrir a zona balnear e relaxar nas piscinas naturais de origem vulcânica junto ao oceano. A particular geografia desta ilha merece ser explorada, pelo que conhecer a zona do Porto Judeu e o Algar do Carvão é fundamental. Esta chaminé vulcânica está localizada na Caldeira Guilherme Moniz, um vulcão adormecido. No interior, pode deslumbrar-se com as formações rochosas e as abóbadas cobertas com estalactites. 
A Praia da Vitória, de Vitorino Nemésio, é um dos locais mais aprazíveis da ilha onde se realiza a maior feira de gastronomia dos Açores, no mês de Agosto, altura das festas anuais, com cozinha nacional e internacional, trazendo muitos visitantes locais e de fora da região. O golfe é outra das atividades de destaque na ilha, a sua origem remonta à chegada dos americanos. Repleta de lendas e paisagens deslumbrantes, a Terceira é também local de festas e fortes tradições populares, nomeadamente touradas à corda, sanjoaninas e bailhinhos do Carnaval.»
  • Preços de ida ou de ida e volta com todas as taxas incluídas. Sujeitos a condições especiais e com lugares limitados.
  • Válido para reservas através de flytap.com entre 01 e 26 de outubro 2016.
  • Período de viagem entre 01 de novembro e 14 de dezembro 2015, de 11 de janeiro a 03 de fevereiro, de 15 de fevereiro a 18 de março e de 05 a 30 de abril 2016.
  • Inclui o transporte grátis de um volume de bagagem de porão até 23 kg
  • Válido em voos diretos e específicos à partida de Lisboa, operados pela TAP, para compras com cartão de débito (adicional para compras com cartão de crédito).