Onde as gaivotas vão beijar a terra

segunda-feira, novembro 02, 2015



Se no falar trago a dolência das ondas | O olhar é a doçura das lagoas | É que trago a ternura das hortênsias | E no coração a ardênsia das caldeiras | Trago o roxo a saudade esta amargura | E só o vento me ecoa na lonjura | Mas trago o mar imenso no meu peito | E tanto verde a indicar-me a esperança | É que nas veias corre-me basalto negro... Por isso é que sou das ilhas de bruma | Onde as gaivotas vão beijar a terra
Ilhas de Bruma, Manuel Medeiros Ferreira











Deixe um comentário

4 comments

  1. Agora todas juntas "Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
    Onde as gaivotas vão beijar a terra"!

    Isto são pequenas amostras dos magníficos dias vividos nos Açores <3 Obrigada pelos momentos memoráveis que nos proporcionas-te Cátia :)

    Ansiosa pelo regresso ou pela tua visita ao Porto... Como diria uma grande amiga açoriana "gosto de ti, porra"!

    Beijinhos já com saudades

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gosto muito de vocês, porra!
      Já estou com saudades tão apertadinhas...
      Voltem depressa, senão eu colapso!
      Beijos enormes! Adoro-vos!

      Eliminar
  2. E quando vier ao Porto, eu dou um pulo lá, ou a Cátia dá um pulo a Braga, para lhe dar um abraço...e mostrar um pouquito desta cidade.
    :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olhe que vou pensar nisso... há imenso tempo que me falam de Braga e do seu desenvolvimento actual! Estive aí quando era pequena, mas já não me lembro muito bem. Acredito que agora esteja tudo muito diferente. Fica combinado! Obrigada pelo convite :)

      Eliminar